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Análise dos Times

Palmeiras

Principal

Motivo: O artigo celebra a conquista inédita das Palestrinas, destacando seus gols e a performance decisiva na disputa de pênaltis, reforçando a ideia de ascensão e hegemonia.

Viés da Menção (Score: 0.7)

Motivo: Embora o texto reconheça a força das Brabas e a disputa acirrada, o viés é ligeiramente positivo ao mencionar que sua hegemonia foi encerrada, sugerindo que a derrota é um sinal de mudança e não de fraqueza.

Viés da Menção (Score: 0.2)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Palmeiras Tapia Vic Albuquerque Gabi Zanotti Nicole Andressa Alves Jaqueline Supercopa do Brasil Bia Zaneratto Brabas

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Palestrinas ganham sua primeira Supercopa do Brasil Juca Kfouri Colunista do UOL 07/02/2026 18h24 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Carregando player de áudio Ler resumo da notícia A final da Supercopa do Brasil foi de excelente nível mesmo em gramado artificial em Barueri e pequena torcida alviverde. As Brabas abriram o placar com golaço em jogada individual de Jaqueline, aos 8 minutos, embora em bola defensável, e logo em seguida perdeu a goleira Lelê, por contusão, trocada por Nicole. A trave evitou o 2 a 0, em cabeceio de Gabi Zanotti, Casagrande Entre Arias e Paquetá, eu prefiro o colombiano Juca Kfouri Palestrinas ganham sua 1ª Supercopa do Brasil Milly Lacombe Tite está perdido Dora Kramer Samba-exaltação a Lula é nítida propaganda indevida As Palestrinas foram em busca do empate e empataram, aos 39, com cabeçada de Bia Zaneratto, lançamento de Andressinha e, nos acréscimos, Kate Tapia se redimiu ao fazer grande defesa no que seria o segundo gol de Jaqueline. O segundo tempo prometia ser tenso e disputado. Foi. Nos primeiros seis minutos, tanto as Palestrinas quanto as Brabas desperdiçaram duas chances colossais. Na última decisão entre as rivais, no Campeonato Paulista de 2025, as palmeirenses venceram o jogo de ida por 5 a 1 e foram campeãs ao serem derrotadas na volta por 1 a 0. E jogavam melhor no segundo tempo. Continua após a publicidade Aos 17, Andressa Alves faria o gol não fosse o desvio de Rhay Coutinho, que acabou no travessão, e impediu nova vantagem alvinegra. Era o primeiro jogo das Palestrinas em 2026 e o terceiro das Bravas que vinham do Mundial de Clubes, A decisão passava da metade na etapa final, o desgaste já era visível em gramado artificial pesado pela chuva e nova decisão na marca do pênalti, como no ano passado, quando as Soberanas do São Paulo ganharam pela primeira vez e impediram o tetra das Brabas, se aproximava. Cansaço à parte, a final era disputada palmo a palmo, com lealdade. Dava gosto ver o desempenho técnico das 22 jogadoras em campo. As substituições se sucediam e, aos 34, as goleadoras Vic Albuquerque e Jhonson entraram nas Brabas. Continua após a publicidade As chances rareavam, mas seguiam rigorosamente divididas, embora Brena tenha perdido um imperdível gol da virada, aos 39. Que jogo, senhoritas e senhoritos, novas gerações sem preconceitos contra o futebol de mulheres. A Globo transmitia em sua tarde de sábado e a arbitragem era Fifa. Uma verdade está estabelecida independentemente do resultado final e é boa para o desenvolvimento do futebol feminino: as Brabas seguem sendo uma força, mas a hegemonia está definitivamente encerrada, com Palmeiras, São Paulo e Cruzeiro na luta por taças. Monopólios, como se sabe, não fazem bem em nenhuma área de atividade. Os três minutos de acréscimos foram insuficientes para alterar o placar e vieram os chutes da marca penal. Continua após a publicidade A brilhante Bia Zaneratto abriu as cobranças e fez 1 a 0 para as Palestrinas. A não menos brilhante Gabi Zanotti bateu e Tapia pegou, grande pegadora de pênaltis que a colombiana é! Poliana fez 2 a 0. Vic Albuquerque diminuiu: 1 a 2. Duda Santos fez 3 a 1. Thaís fez 2 a 3. Continua após a publicidade Glaucia bateu e Nicole pegou! Leticia Monteiro empatou 3 a 3. Brena mandou nas alturas! Jhonson bateu e Tapia pegou de novo! Pati Maldaner fez 4 a 3. Gisela Robledo, também colombiana, bateu, Tapia tocou na bola, mas a redonda entrou: 4 a 4. Continua após a publicidade Tainá Maranhão fez 5 a 4. Tamires bateu e Tapia deu o título ao Palmeiras. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Após dissolver Parlamento, partido da primeira-ministra é favorito no Japão Com 17 anos de PT no poder, Lula faz pose de antissistema Mega-Sena acumula, e prêmio sobe para R$ 47 milhões; confira as dezenas Gol Pedro - Flamengo 2 x 0 Sampaio Corrêa FE Aposta de SP acerta Lotofácil e leva sozinha prêmio de R$ 2,1 milhões; veja