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Análise dos Times

São Paulo

Principal

Motivo: Crítica à gestão atual (Dorival e Rafinha), ao desempenho irregular e aos reforços caros, com tom construtivo exigindo reestruturação

Viés da Menção (Score: -0.3)

Motivo: Menção neutra, apenas como clube cedente do empréstimo de Pedro Lima

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

São Paulo Dorival Júnior Wolverhampton Ferreirinha Calleri Roger Machado Hernan Crespo Rafael Toloi Lucca Iago Isac Marcelo Portugal Gouvêa Igor Felisberto Rafinha Osório Domingos Duarte Victor Sá Pedro Lima Aurélio Buta Vinicius de Medeiros

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Só para assinantes Assine UOL Opinião Dorival e Rafinha não são o que São Paulo precisa para se reestruturar Pedro Lopes Colunista do UOL 05/11/2026 13h20 Deixe seu comentário Rafinha, Calleri e Dorival Júnior durante treino do São Paulo no CT da Barra Funda Imagem: Divulgação/Twitter Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Dorival Júnior é um excelente profissional, treinador experiente e vitorioso. Por tudo que mostrou ao longo da temporada - e mais do que isso, pela realidade do São Paulo e considerando o que o clube precisa em 2027 - não há, nesse momento, argumentos para mantê-lo. O mesmo vale para o executivo de futebol Rafinha. O São Paulo precisa, nos próximos três anos, de pés no chão, reestruturação financeira, elenco com alternativas de baixo custo, uso da base. Casagrande Yuri Alberto tem que pegar suspensão pesada Patrick Cruz Escândalo arranha imagem da 'Suíça' paraguaia Janaína Figueiredo Peña vive 'tempestade perfeita' em crise João Paulo Charleaux Peña coroa derrotas da extrema direita no mundo Em entrevista ao UOL, que será publicada nos próximos dias, o candidato à presidência pela oposição Marcelo Portugal Gouvêa disse que, se eleito, quer um treinador que se encaixe na realidade financeira do clube, trabalhe muito com a base e encontre soluções dentro do que já tiver no elenco. Candidato da situação, Vinicius de Medeiros ainda não detalhou sua visão para o futebol, mas pessoas ligadas à ele afirmam que a reorganização financeira também seria prioridade em uma gestão. Dorival, nesse momento, não preenche os requisitos. A começar pelo custo: sua comissão técnica custa, segundo fontes ouvidas pela coluna, algo em torno de R$ 2,2 milhões e R$ 2,4 milhões. São valores de um treinador de elite. Ao contrário das últimas duas passagens, dessa vez o trabalho não se encaixou. O desempenho é mais irregular do que com os antecessores Hernan Crespo e Roger Machado. O treinador utiliza jogadores da base, mas em momentos chave de maior pressão,recorre a veteranos. Um exemplo frequente é na defesa: o São Paulo tem dois zagueiros que, internamente, considera de alto potencial em Osório e Isac. Mesmo em esquema com três zagueiros, Dorival opta por Rafael Toloi, um veterano de custo alto, sem margem de crescimento e contestado pela torcida. Foi o caso no clássico de ontem. Toloi fez bom jogo, mas não se trata disso. Continua após a publicidade No ataque, nomes como Ferreirinha e Victor Sá consomem, sem um retorno notável, minutos que poderiam ser usados para desenvolver alguém como Lucca. O São Paulo tem no elenco também o lateral Igor Felisberto, da seleção sub-20. Até agora, ele não tem conseguido espaço e oportunidades - passaram na sua frente os reforços Aurélio Buta, hoje lesionado, e Pedro Lima, que tem se destacado mas é emprestado pelo Wolverhampton. No quesito reforços, entra a atuação de Rafinha. Desde que se tornou o principal executivo de futebol, o ex-lateral, além de acertar o empréstimo de Pedro Lima, contratou vários reforços. Quatro deles, Buta, Domingos Duarte, Victor Sá e Iago têm entre 29 e 32 anos, com salários superiores ao de jogadores recém promovidos da base e que consomem minutos que poderiam ser usados para desenvolver promessas, seja para venda, seja para uso no time principal. Será uma tarefa para 2027 promover a saída de jogadores veteranos que custam ao clube mas não rendem. O São Paulo precisa mudar sua filosofia para se reerguer. Gastar menos, contratar muito menos e muito melhor, apostar na base com mais agressividade, incluindo testar suas promessas em clássicos e sequências prolongadas de jogos. A temporada traz poucos argumentos de que Dorival e Rafinha são os nomes para isso. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Pedro Lopes por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Chances: Fla mantém ampla vantagem de título mesmo com goleada do Palmeiras Lula critica Flávio por fuga para os EUA: 'Pé frio, derrotou o Trump' Atriz e musa do Carnaval: quem é Denise Dias, que viveu romance com Hulk Palmeiras resolve no 1º tempo, massacra o Remo e continua caça ao Flamengo Escândalo do Ueno Bank arranha imagem da 'Suíça' paraguaia