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Em Doha, o Flamengo acorda com dois palcos: o Mundial de Clubes no Qatar e a Copa Árabe que também acontece por lá [ ]. A atmosfera é de disputa e curiosidade: a cidade recebe clubes, torcedores e a imprensa, enquanto a Copa Árabe atrai público e aquece hotéis no entorno, prolongando o clima de competição que envolve o Flamengo na agenda do Qatar [ ]. As quartas da Copa Árabe prometem giro rápido: ocorre um dia após Flamengo x Cruz Azul (MEX), numa montagem de calendário que cruza torneios sob a chancela da FIFA e deixa o Rubro-Negro na linha de frente de duas competições ao mesmo tempo [ ]. Entre os detalhes, surgem relíquias do palco: o Estádio Ahmad bin Ali será cenário da Copa Intercontinental, com capacidade para 45.032 pessoas, enquanto Lusail aparece como palco para a final - o mesmo estádio da final da Copa do Mundo de 2022 que marcou a história recente do futebol mundial [ ]. A competição, que já teve o PSG como campeão europeu entrando na final da Copa Intercontinental, mostra que o calendário é complexo e recheado de detalhes logísticos relevantes para Flamengo e seus adversários [ ]. Na frente financeira, o Mundial de Clubes reserva números que ajudam a entender o peso da participação: o Flamengo terá pelo menos US$ 1 milhão caso seja eliminado logo na fase inicial, com progression para US$ 2 milhões se avançar e US$ 4 milhões na final, chegando a US$ 5 milhões em caso de título, valores que refletem contratos antigos e a estrutura do torneio no Qatar [ ]. Enquanto a conta de premiação ilumina o planning, o Flamengo também traça o mapa para 2026: um orçamento de aproximadamente R$ 1 bilhão para o futebol, com prioridades em goleiro, zagueiro e atacantes, e nomes no radar como Gabriel Brazão (do Santos), Pedro Morisco (do Coritiba) entre os goleiros, além de reforços para a zaga, criação e ataque, com jogadores como Everton Cebolinha, Michael, Juninho, Viña, e o técnico Filipe Luís guiando o planejamento [ ]. Entre as possibilidades, o foco recai sobre Ga-briel Brazão, do Santos, como goleiro jovem, e Pedro Morisco, do Coritiba, para reforçar a posição entre os titulares, enquanto nomes já conhecidos dentro do elenco rubro-negro aparecem como referências — Danilo, Léo Pereira, Léo Ortiz, Viña, Everton Cebolinha, Michael e Juninho — com Filipe Luís orientando o conjunto para que a torcida tenha novamente confiança em 2026, sob o olhar atento do planejamento rubro-negro [ ].