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Análise dos Times

Arsenal

Principal

Motivo: O artigo foca na temporada atual do Arsenal e na busca pelo título inglês, com Jesus como peça importante. A narrativa busca contextualizar a importância da conquista para o clube e para o jogador.

Viés da Menção (Score: 0.6)

Motivo: A menção ao Palmeiras é feita por comparação histórica da pressão pela conquista de títulos, sem viés positivo ou negativo explícito sobre o desempenho ou o clube em si.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: O jogador expressa frustração com desempenhos em Copas, mas a análise textual do artigo sobre essas falas não apresenta um viés pronunciado, apenas relata a perspectiva do atleta.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Botafogo Palmeiras Manchester City Arsenal França Dudu Paulo Vinicius Coelho De Bruyne Ederson Gabriel Jesus Cuca Fernandinho Bélgica Croácia Kompany

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Esporte Gabriel Jesus! Atacante brasileiro mais vezes campeão inglês pensa na Copa Paulo Vinicius Coelho (PVC) Colunista do UOL 10/05/2026 05h31 Deixe seu comentário Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Gabriel Jesus, do Arsenal, comemora gol contra a Inter de Milão, pela Liga dos Campeões Imagem: Stefano RELLANDINI / AFP O Arsenal entra em campo neste domingo, às 12h30, contra o West Ham. Uma vitória mantém o time a seis pontos de distância do Manchester City, que ontem venceu o Brentford, por 3 x 0. São 22 anos sem a conquista do Campeonato Inglês e Gabriel Jesus ajuda nesta temporada. Não como titular, mas com treze atuações. Mais do que isso, pode se tornar o segundo brasileiro com maior número de títulos no principal campeonato nacional da Europa, o inglês. Se for campeão pela quinta,vez, a primeira pelo Arsenal, só ficará atrás de Éderson, goleiro com seis trofues, e empatado com Fernandinho, volante, com cinco conquistas. O maior atacante brasileiro campeão na Inglaterra ainda tem esperança de jogar a Copa do Mundo, embora trabalhe com realismo sobre a convocação da próxima semana: "Tudo ainda é possível!" Wálter Maierovitch Moraes deu breque para evitar falsas expectativas Josias de Souza Engana-se quem acredita em Flávio sobre reeleição Casagrande Roger e Diniz dependem de Majestoso para evitar crise Mauro Cezar Boca amplia a coleção de fiascos em casa Nesta conversa, ele fala também sobre suas duas disputas de Copa do Mundo e o que faltou para a seleção ser hexa na Rússia ou no Qatar: PVC - O Arsenal está há 22 anos sem ganhar o título inglês. É o mesmo tempo sem títulos do Palmeiras que você ajudou a acabar, em 2016. É parecido ou as situações são difetente?s GABRIEL JESUS: Essa é uma ótima lembrança, positiva, e que espero que se concretize aqui também no Arsenal (risos). Eu lembro até hoje que, no Palmeiras, a pressão era enorme. O Palmeiras sempre foi um clube habituado a ganhar títulos nacionais e isso pesava, a cobrança era grande, e com a chegada do Cuca naquela ocasião o time encaixou muito bem. Lembro que fizemos jogos decisivos, um deles em que dei uma asssistência para o gol do Dudu, contra o Botafogo (vitória de 1x0), e ali ficamos muito próximos do título. Com o Arsenal, acredito que o sentimento seja o mesmo. É um clube que sempre esteve entre os maiores campeões da liga, e esse período sem títulos da Premier incomoda muito o torcedor, assim como era no Palmeiras. Agora faltam poucas rodadas e vamos seguir firme por esse objetivo. PVC - Copa do Mundo. Você acha que o Brasil é injusto com o seu desempenho em 2018 e 2022? GABRIEL JESUS - Eu acredito que são situações diferentes, mas que as críticas pelo desempenho a todos é justa. O Brasil sempre foi um país acostumado com títulos e minimamente de chegar à final, e esse período sem ganhar uma Copa acaba refletindo no torcedor, claro. Em 2018 eu cheguei mais novo, mas desempenhei uma função diferente, em prol da equipe. É claro que isso não é uma desculpa, já disse que me frustro muito, mas se você analisar, eu tive poucas chances claras na competição. Nas Eliminatórias para 2018 mesmo, eu fiz 10 gols em 17 jogos, e na Copa foi diferente muito por causa da função em que eu desempenhava. E sempre bom lembrar do pênalti em cima de mim contra a Bélgica (quartas-de-final). Eu até disse isso na época, os próprios jogadores como o Kompany e o De Bruyne admitiram isso na ocasião. Já em 2022 eu começo os dois jogos no banco, e no último jogo da fase de grupos saio lesionado. Então é uma avaliação mais difícil de fazer. PVC - A avaliação geral aumenta sua vontade de jogar em 2026? Você acredita que pode ir? GABRIEL JESUS: Eu voltei de uma grave lesão no começo deste ano, e no retorno, mesmo entrando nos minutos finais, fiz alguns gols e entrei bem. Depois fomos alternando alguns jogos no banco, e eu tenho essa consciência que nesses últimos meses, outros jogadores das ligas europeias estavam performando e foram chamados, mas quero acreditar até o fim que é possível. Eu amadureci ainda mais desde 2022 e consigo ajudar em várias funções, criando chances, abrindo espaços e servindo os companheiros com assistências. Também posso jogar nos dois lados do campo, como ponta. Isso me faz crer que tudo ainda é possível. PVC - Há quem diga que você é o único centroavante brasileiro sem fazer gol em Copas. Aí uma pergunta. Você se considera centroavante? Ou você é um atacante, ponta de Lança? É uma frustração não ter feito gol em Copa ou foi da sua função? GABRIEL JESUS - Como eu disse acima, desde o começo da minha carreira que eu consigo desempenhar várias funções, e é claro que fui aperfeiçoando isso com as minhas passagens pelo City e Arsenal. Claro que ficou a frustração por não ter feito gols em Copas, mas como eu disse, 2018 eu fiz uma função tática muito em prol da equipe, do esquema de jogo, e tive pouquíssimas chances de gol. E também acho que é legal lembrar dos 10 gols em 17 jogos nas Eliminatórias, que nos fez chegar até lá. Atacante vive de gols é claro, e no futebol atual, moderno, é necessário desempenhar todas essas funções, como tenho procurado fazer já há muitos gols aqui na Inglaterra. PVC - Quando o Brasil esteve mais perto de ganhar a Copa? 2018 ou 2022? GABRIEL JESUS: Bom, se o pênalti contra a Bélgica em cima de mim tivesse sido marcado, e depois feito, poderia ser diferente (risos). Acredito que merecíamos ter passado aquele jogo, principalmente pelo que fizemos no segundo tempo. Além disso, a Bélgica era uma das principais seleções do mundo naquele ano, tanto que caiu para a campeã França num jogo bem amarrado. Em 2022 também tivemos grandes chances de passar pela Croácia, mas esses jogos únicos são decididos em poucos detalhes, e foi o que aconteceu. Continua após a publicidade PVC - E saber o que faltou ajuda nesta reta final de temporada do Arsenal? A experiência de que faltou pouco na Copa... Isto ajuda a não errar na reta de chegada da temporada do Arsenal? GABRIEL JESUS: Acho que são situações distintas, mas é claro que a experiência em um momento desses pode ajudar. Conquistei 4 Premier's pelo City, até mesmo em comparação com o Palmeiras em 2016, quando a disputa é acirrada nesta reta final, qualquer detalhe é importante, e isso vale tanto em termos de Brasil quanto de Inglaterra. Neste momento, não basta só técnica, o mental a concentração contam muito. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Paulo Vinicius Coelho (PVC) por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Polícia do Rio procura por desembargador desaparecido há quase um mês Madeleine McCann: principal suspeito do sequestro vive isolado em floresta Cruzeiro vence Vôlei Renata em revanche e conquista 10ª Superliga Masculina Mafioso relata pacto para PCC financiar 50% da cocaína que chega na Itália Carros de leilão: o que você precisa saber para não gastar dinheiro à toa