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Análise dos Times

Motivo: Matéria destaca a solidez defensiva e bom retrospecto nas eliminatórias, mas aponta o ataque como limitação.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Motivo: Elogiado pela inteligência tática, mas com dúvidas sobre histórico em mata-matas e ausência de jogador chave.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Motivo: Destaca invencibilidade em 2026 e títulos recentes, com ponto forte na organização tática e fator casa.

Viés da Menção (Score: 0.4)

Motivo: Considerada a mais talentosa entre os azarões, com jogadores de destaque e campanha excelente nas eliminatórias.

Viés da Menção (Score: 0.5)

Motivo: Apontada como mais completa da África, com defesa sólida e boa mescla de jogadores, mas com dúvida sobre a capacidade da geração atual.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Erling Haaland Copa do Mundo Japão Equador Noruega México Sebastián Beccacece Javier Aguirre Hajime Moriyasu Senegal Sadio Mané New York Times

Conteúdo Original

Esporte Futebol Copa do Mundo New York Times elege cinco seleções como 'azarões' da Copa; veja quais Do UOL, em São Paulo 04/06/2026 15h55 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Erling Haaland, atacante da Noruega, durante partida contra Israel, nas Eliminatórias Europeias para a Copa do Mundo Imagem: Fredrik Varfjell / NTB / AFP O The New York Times elegeu um azarão de cada continente para a Copa do Mundo. São eles: Equador (América do Sul), Japão (Ásia), México (América do Norte), Noruega (Europa) e Senegal (África). Na avaliação do jornal norte-americano, esses países podem chegar às quartas de final — se a chave ajudar, até mesmo às semifinais. Veja a análise de cada seleção EQUADOR É o time mais difícil de ser derrotado, de acordo com o NYT. A seleção sul-americana teve sete vitórias, 11 empates e apenas uma derrota nas Eliminatórias, sob o comando do técnico Sebastián Beccacece. Com apenas cinco gols sofridos em 18 jogos, a equipe fechou a competição na vice-liderança, atrás somente da Argentina. Josias de Souza O milagre da multiplicação do voto evangélico José Fucs O fetiche da esquerda em definir 'extrema direita' Marco Antonio Sabino Ronaldo Caiado é um xerife desarmado Ricardo Kotscho Insistência com Messias é erro político de Lula Defesa estrelada é considerada o ponto forte. Os zagueiros Willian Pacho (PSG-FRA) e Piero Hincapié (Arsenal-ING) e o volante Moisés Caicedo (Chelsea-ING) formam a espinha dorsal da equipe. O problema é que o ataque, ainda muito dependente do ex-Inter Enner Valencia, pode limitar o seu potencial na Copa. Enner Valencia é, ao mesmo tempo, esperança de gols e grande incógnita da seleção equatoriana Imagem: Rodrigo BUENDIA / AFP JAPÃO Elogiado pela inteligência tática e pela capacidade de derrotar gigantes. Treinada por Hajime Moriyasu desde 2018, a seleção asiática acumula vitórias expressivas contra Espanha e Alemanha, na Copa de 2022, e Brasil e Inglaterra, em amistosos recentes. A grande dúvida recai sobre o histórico: o Japão nunca venceu um jogo de mata-mata em Mundiais. Além disso, viaja aos Estados Unidos sem o atacante Kaoru Mitoma, do Brighton-ING, peça fundamental do 3-4-3 ofensivo de Moriyasu. Keito Nakamura, do Japão, comemora gol contra a seleção brasileira em amistoso Imagem: REUTERS/Kim Kyung-Hoon Continua após a publicidade MÉXICO Seleção anfitriã está invicta em 2026. A equipe treinada por Javier Aguirre chega ao Mundial embalada pelos títulos da Copa Ouro e da Liga das Nações da Concacaf. O jornal dos EUA também chama a atenção para a organização tática em 4-3-3, com o volante Edson Álvarez (Fenerbahçe-TUR) e o atacante Raúl Jiménez (Fulham-ING) como figuras centrais. Conta com o fator casa para superar uma barreira histórica. A análise recorda que o México ainda precisa provar que pode ultrapassar o teto das oitavas de final — a última vez que o país avançou às quartas foi em 1986, justamente quando sediou o torneio. Jogar o mata-mata no Estádio Azteca pode servir de impulso. México comemora o título da Copa Ouro de 2025, após vencer os EUA na decisão Imagem: Jerome Miron/IMAGN IMAGES via Reuters Connect NORUEGA É a seleção mais talentosa entre os azarões, de acordo com o NYT. O veículo destaca a qualidade de jogadores como Erling Haaland (Manchester City-ING), Martin Odegaard (Arsenal-ING) e Alexander Sorloth (Atlético de Madri-ESP) entre uma geração promissora. O time fez campanha excelente nas Eliminatórias Europeias, com 37 gols marcados e oito vitórias em oito jogos. Continua após a publicidade As circunstâncias, no entanto, podem complicar os objetivos. A seleção disputa sua primeira Copa desde 1998, e a falta de experiência pode pesar. Vale ressaltar que os nórdicos caíram no grupo da morte do torneio, ao lado de França, Senegal e Iraque. Martin Odegaard é uma das esperanças da Noruega no Mundial Imagem: Instagram/Martin Odegaard SENEGAL É considerada a seleção africana mais completa da Copa. O NYT destaca a defesa sólida e a boa mescla de veteranos, como Sadio Mané, Édouard Mendy e Kalidou Koulibaly, e jovens, como Nicolas Jackson e Lamine Camara. Por outro lado, levanta uma dúvida: será que a geração de ouro ainda é capaz de conduzir o time? Equipe está em busca de redenção. A situação envolvendo a Copa Africana de Nações deixou um gosto amargo, mas uniu o grupo — Senegal venceu Marrocos na decisão, mas a taça foi anulada pela Confederação Africana de Futebol, por causa do abandono de campo após a marcação de um pênalti na reta final. Sadio Mané, capitão de Senegal, comemora título da Copa Africana de 2026 Imagem: AFP Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Israel ordena evacuação no Líbano para realizar ataques contra o Hezbollah Por que a pequena Saint-Barth virou a 'ilha dos bilionários' no Caribe Fora de viagem, Neymar terá programação de treinos e fisioterapeuta próprio O fetiche da esquerda em chamar adversários de 'extrema direita' Ídolo do Palmeiras, Leivinha amargou seu maior pesadelo no futebol espanhol