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Análise dos Times

Motivo: A matéria foca nas potencialidades de transferências de jogadores da seleção brasileira para a liga saudita, destacando a importância destes atletas.

Viés da Menção (Score: 0.7)

Arábia Saudita

Principal

Motivo: O artigo descreve as intenções e a força financeira da liga saudita, apresentando-a como um mercado atraente e com propostas 'quase irrecusáveis'.

Viés da Menção (Score: 0.6)

Motivo: O Real Madrid é mencionado como o clube de Vini Jr. e Rodrygo, mas a análise do viés não se aprofunda nas implicações para o clube espanhol.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Casemiro Arábia Saudita Al-Nassr Real Madrid Seleção Brasileira Al-Hilal Raphinha Vini Jr. Rodrygo Marquinhos Newcastle Al-Ittihad Bruno Guimarães PIF

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Esporte Vini, Rodrygo e mais: sauditas preparam ofertas para meia seleção após Copa Thiago Arantes Colunista do UOL, em Barcelona 26/11/2025 05h30 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Vini Jr. comemora com Rodrygo: dupla do Real Madrid está entre os alvos dos sauditas Imagem: Carl Recine/Reuters O futebol de Arábia Saudita assombrou o mundo em 2023, quando contratou, na mesma janela de transferências, jogadores como Karim Benzema, Cristiano Ronaldo e Neymar. O mercado das grandes estrelas esfriou nos últimos anos, mas há nova data para esquentar de novo: depois da Copa do Mundo de 2026. Fontes do mercado disseram ao UOL que as equipes da Liga Saudita pretendem oferecer contratos "quase irrecusáveis" a jogadores de renome internacional. Entre os maiores alvos estão jogadores importantes da seleção brasileira. A lista é longa e tem nomes como Vini Jr., Rodrygo, Casemiro, Bruno Guimarães, Marquinhos e Raphinha. Todos eles já receberam sondagens de equipes sauditas recentemente e negaram — a maioria, pensando na progressão da carreira até a Copa do Mundo. Alicia Klein Fla e Palmeiras: cronologia do quase-fim do Brasileirão Vinicius Torres Freire Bolsonaro preso. Novo fim ou recomeço? Josias de Souza Prisão de militares marca nova fase da democracia Carla Jimenez STM vira fiel da balança para medir democracia Madridistas na mira Vini Jr. recebeu uma consulta há um ano, por parte do PIF, o fundo de investimentos que é dono dos maiores clubes do país. A ideia, segundo os sauditas, era tornar o brasileiro o atleta mais bem pago do mundo, com salários que chegariam a R$ 6 bilhões por cinco anos de contrato. Só que, depois da sondagem inicial, os sauditas não voltaram a entrar em contato. Há uma expectativa de que novas conversas comecem em 2026. A ideia do PIF é contratar atletas que possam se tornar embaixadores da Copa do Mundo de 2034, que será realizada na Arábia Saudita. Vini é apontado como um dos alvos principais. Outro jogador do Real Madrid que será procurado pelo mercado saudita nas próximas janelas de transferências é Rodrygo. Titular da seleção brasileira, mas reserva no Real Madrid, o atacante de 24 anos esteve próximo de deixar o clube já nesta temporada — teve sondagens de uma dezena de clubes. Caso não recupere sua melhor fase no clube da capital espanhola, ele será um dos principais personagens do mercado pós-Copa do Mundo. O Al-Hilal é o clube que sai na frente e já chegou a fazer uma proposta em janeiro deste ano. Na época, o atacante disse que "gostaria de ficar muitos anos no Real Madrid". Só que, desde então, o cenário mudou: Rodrygo chegou a ficar fora da reta final da temporada passada, por causa do desgaste físico e mental, e só reencontrou os gols na seleção. Pelo clube, ele não marca desde março deste ano. Continua após a publicidade Casemiro comemora gol contra Senegal: volante já recusou propostas no passado Imagem: REUTERS/Isabel Infantes Salários 'irrecusáveis' A Liga Saudita melhorou de nível nos últimos anos, mas ainda está distante dos principais campeonatos europeus. Só que o país do Oriente Médio tem um atrativo que costuma convencer a grande maioria dos jogadores: dinheiro. Muito dinheiro. Fontes ouvidas pelo UOL afirmam que as propostas sauditas costumam incluir salários que multiplicam os europeus. "Eles oferecem entre quatro e oito vezes mais. É difícil um jogador recusar", disse o empresário de um jogador da seleção. Ainda assim, há quem recuse. Foi o caso, por exemplo, de jogadores como Casemiro, Marquinhos, Raphinha e Bruno Guimarães, todos possíveis titulares da seleção brasileira na Copa do Mundo. Casemiro recusou uma proposta do Al-Nassr, o clube onde joga Cristiano Ronaldo, ao final da última temporada europeia. O volante de 33 anos afirma que pretende cumprir o contrato com o Manchester United até o fim, em julho de 2026, período da Copa do Mundo. Continua após a publicidade Após o fim do vínculo, ele ficará livre no mercado. Os sauditas esperam para fazer uma nova investida, e as chances do jogador aceitar serão muito maiores do que nas conversas anteriores. O caso de Casemiro é parecido com o de Marquinhos. O zagueiro de 31 anos nega há pelo menos duas temporadas todas as ofertas da Arábia Saudita. Após o Mundial, em outro momento da carreira, ele será procurado novamente. O contrato do defensor com o PSG vai até 2028. Raphinha comemora gol em Barcelona x Valencia pelo Campeonato Espanhol Imagem: Lluis GENE / AFP Não é não? Mais jovens que os dois colegas, Raphinha e Bruno Guimarães (ambos de 28 anos) também já recusaram as propostas sauditas no passado, mas a tendência é que recebam novas investidas nos próximos meses. O atacante do Barcelona chegou a enviar um emissário à pré-temporada do Al-HIlal, em 2024, para dizer ao clube saudita que não tinha interesse em sair da equipe catalã. Uma das frases que Raphinha usou para dispensar os sauditas foi que, no momento, ele quer "a glória, não o dinheiro". Continua após a publicidade Depois da melhor temporada da carreira, em 2024-25, ele voltou a ser procurado, mas disse não novamente. O contrato com o Barcelona vai até junho de 2028. Mas, como o clube há anos precisa vender jogadores para fazer caixa, não se descarta uma negociação — desde que o jogador aceite, é claro. Bruno Guimarães, por sua vez, já está de certa forma rodeado de sauditas: o Newcastle, clube que o meio-campista defende na Inglaterra desde 2022, tem como um de seus proprietários o PIF, fundo de investimentos da Arábia Saudita. Na reta final da temporada 2024-25, representantes do brasileiro chegaram a se reunir com o Al-Ittihad, mas o acordo não saiu porque o jogador preferiu ficar no clube do norte inglês. Capitão e ídolo em St James´ Park, Bruno Guimarães é o símbolo do renascimento da equipe, gosta da cidade e tem o melhor salário do elenco. Apesar das boas condições atuais em seus clubes, os dois terão de viver novamente o dilema do dinheiro em breve. Certo é que a "avalanche saudita" passará pela seleção brasileira, e, pelos valores oferecidos, será difícil dizer que não. Fim da linha? Ir para o futebol da Arábia Saudita não é, automaticamente, o fim da linha para um jogador na seleção. Basta ver o goleiro Bento e o volante Fabinho, presentes na última lista de Carlo Ancelotti, para os amistosos contra Senegal e Tunísia. Continua após a publicidade Só que também há casos que mostram o outro lado da moeda. Jogadores como o zagueiro Roger Ibañez e o atacante Malcom, que chegaram a ser convocados em 2023, foram perdendo espaço. Há, ainda, o caso de Marcos Leonardo, atacante que é estrela no Al-Hilal e apareceu com destaque no Mundial de Clubes, mas nem assim recebeu uma oportunidade. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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