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Análise dos Times

Vasco

Principal

Motivo: O artigo foca na transformação positiva do Vasco sob o comando de Renato Gaúcho, destacando suas vitórias e a saída da zona de rebaixamento.

Viés da Menção (Score: 0.7)

Motivo: Mencionado como adversário em uma das viradas, o time é tratado de forma factual, sem viés explícito a favor ou contra.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Motivo: Citado como um dos jogos onde o Vasco obteve uma virada, o Fluminense não recebe análise de viés, sendo apenas parte do contexto.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado no empate, o Cruzeiro é apresentado como um adversário que o Vasco precisou ajustar taticamente para evoluir.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

palmeiras vasco renato gaucho fluminense rojas cruzeiro david flaco lopez lucas piton hugo moura nuno moreira cuiabano diniz spinelli bruno lazaroni

Conteúdo Original

Futebol Como Renato Gaúcho fez Vasco superar Diniz e incorporar o 'time da virada' Igor Siqueira Do UOL, no Rio de Janeiro 19/03/2026 13h30 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O Vasco incorporou o modo "time da virada" com Renato Gaúcho. Em três jogos, são duas vitórias em um empate no Brasileirão. E em em duas partidas, a equipe sustentou viradas que mudaram o ambiente e tiraram o time da zona de rebaixamento. Deu certo contra Palmeiras e Fluminense. E mesmo no empate com o Cruzeiro, o Vasco chegou a estar em vantagem, também virando o placar momentaneamente no segundo tempo. Mas qual tem sido a receita de Renato Gaúcho neste início da passagem atual pela Colina? O combo passa por: João Paulo Charleaux A saída à francesa que Macron propõe à guerra Josias de Souza Por Toffoli, Gilmar quer que Brasil faça papel de bobo Casagrande O que Renato já fez no Vasco mostra o seu valor PVC Emocional do Cruzeiro é desafio para Arthur Jorge Decisões táticas Substituições certeiras Efeito anímico no time De cara, há uma injeção de ânimo inerente à mudança, por si só. Saiu Fernando Diniz, houve um hiato com o interino Bruno Lazaroni e aí apareceu Renato. "Com a troca de treinador, animicamente a equipe muda um pouco. Não tem a ver se um treinador é melhor ou pior. Felizmente, temos conseguido dar a volta nos resultados que inicialmente temos começado mal", contou o meia-atacante Nuno Moreira. Houve uma mudança tática e de comportamento do time, na visão dos jogadores. Além da troca do esquema tático - com o Vasco atuando com três volantes -, a ideia é ser mais conservador para evitar que o time fique tão exposto. Continua após a publicidade Mas há um paradoxo. As viradas aparecem quando o time se lança mais ao ataque, com substituições que envolvem meias e jogadores de lado de campo. O clamor da torcida Nas viradas, Renato tem sentido o som da arquibancada. Quem ganha uma vaia direcionada nem volta depois do intervalo. Já aconteceu com Lucas Piton, na estreia, e com Hugo Moura, diante do Fluminense. Curiosamente, quem entrou no lugar de Piton foi Cuiabano, autor do gol da vitória sobre o Palmeiras. Quando Hugo Moura saiu, Rojas entrou. E veio dos pés do meia a assistência da virada. "O Hugo foi parecido com a situação do Piton. No momento que voltasse para o segundo tempo poderia ser vaiado e de repente prejudicar os companheiros. Da mesma forma que poupei o Piton diante do Palmeiras, aconteceu com ele. Mas preciso deles todos", explicou o treinador. Outra troca que premiou a escolha do Renato foi a de Spinelli no lugar de David. O argentino fez o gol de empate diante do Flu. Continua após a publicidade Spinelli, do Vasco, comemora gol marcado contra o Fluminense, no Brasileirão Imagem: Thiago Ribeiro/AGIF A calma no intervalo Os intervalos dos jogos têm sido cruciais. Quando as coisas dão errado, o treinador adota uma postura considerada serena no vestiário. E isso tem chamado a atenção dos jogadores. "Ele é um cara calmo, tenta transmitir o que ele sabe e também dá espaço para nós termos palavra e falarmos uns com os outros, sabemos o que está acontecendo para tentar melhorar. Conseguimos falar uns com os outros. Cada um cobra um ao outro, de forma positiva, e ele também. Acho que esse é o segredo", apontou Nuno Moreira. É preciso diferenciar o cenário dos jogos recentes do Vasco. Contra o Palmeiras, o time estava melhor, mas tomou um gol no fim do primeiro tempo em um lance individual de Flaco López. Contra Cruzeiro e Fluminense, de fato estava pior que os adversários e precisava de ajustes técnicos e táticos para evoluir. A receita tem dado certo até aqui, mas Renato mesmo aponta o risco de viver essa situação com frequência. Continua após a publicidade Não queremos ficar sofrendo, queremos sempre sair na frente e não sofrer tanto. Nem sempre vamos conseguir virar os jogos. Renato Gaúcho, técnico do Vasco Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora O novo dono da Fazenda: o estilo e a ascensão de Dario Durigan Deputada que fez 'blackface' se declarou parda e usou verba de cota racial Seis brothers avançam para a próxima fase da 10ª Prova do Líder; veja quem Após ordem de Dino, Viana defende emendas a entidades ligadas à Lagoinha Mensagens de tenente-coronel usam termos de grupos misóginos, diz promotor