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Análise dos Times

Corinthians

Principal

Motivo: O artigo relata a situação financeira do clube e os desafios na homologação do plano de pagamento de dívidas, focando nas contestações.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Corinthians Caixa Econômica Federal Yuri Alberto André Cury Justiça Pix Star Pix Bet

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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Agente e ex-patrocinadora contestam plano do Corinthians para pagar dívidas Pedro Lopes Colunista do UOL 18/02/2026 05h30 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia André Cury, empresário, e Dudu, um de seus clientes Imagem: Reprodução/Instagram A maior parte dos credores do Corinthians aceitou a homologação do plano de pagamento das dívidas cíveis do clube, concedida pela Justiça em janeiro deste ano. Dois deles, entretanto, ainda questionam fortemente vários aspectos do plano, e um chega a pedir a suspensão. Eles são o empresário André Cury, que representa o atacante Yuri Alberto, e a Pix Star, nome empresarial da Pix Bet, ex-patrocinadora do alvinegro. Os dois entraram com recursos levantando o que consideram irregularidades no Regime Centralizado de Execuções - nome jurídico do plano de pagamento. Cury é quem pede que ele seja suspenso. O RCE prevê a concentração e pagamento gradual, limitado a cerca de 16% das receitas do Corinthians, de aproximadamente R$ 379 milhões em dívidas com credores diversos, organizados em uma fila por tipo. Juca Kfouri Outra vez, Vini Jr.? E o que é ser populista Aline Sordili IA barateia, mas abre crise de credibilidade com vídeos Ronilso Pacheco Direita instrumentaliza 'família em conserva' José Fucs O recado vigoroso de Rubio para a Europa e o Ocidente O empresário, com quem o Corinthians tinha uma dívida em torno de R$ 40 milhões, tem sido o mais ferrenho opositor do plano apresentado pelo clube. Na Justiça, ele conseguiu bloquear R$ 14 milhões que o alvinegro teria a receber, e luta para que o valor não seja enviado e usado no plano. Cury contesta vários pontos do plano: alega que a lista contém dívidas lançadas em duplicidade ou de forma errada, que o plano foi aprovado sem levar em conta o lado dos credores e sem ouvi-los, e que está além da capacidade econômica atual do clube. Ele pede que ele seja suspenso. A Pix Bet, por sua vez, também cobra mais de R$ 40 milhões do clube. Ela alega que o plano apresentado é vago, não estabelece um cronograma rígido de pagamentos, parcelas mínimas ou uma ordem de preferência entre credores do mesmo segmento. A empresa também mostra preocupação quanto a receitas do Corinthians comprometidas com pagamentos da dívida com a Caixa Econômica Federal - elas incluem, por exemplo, vendas futuras de atletas - e com o impacto que isso possa ter no plano. Cury e Pix Bet utilizaram, contra a aprovação do plano, um recurso chamado embargo de declaração: ele é usado quando as partes consideram que uma decisão foi omissa ou incompleta. Continua após a publicidade O Corinthians já apresentou sua defesa. O clube sustenta que o plano homologado levou em consideração apontamentos de vários credores, e foi aprovado por cumprir, à risca, o que determina a lei. O Alvinegro diz ainda que não há exigência legal de um cronograma rígido de pagamentos, e aponta que a maioria dos credores já apresentou seus dados bancários para início dos pagamentos e concordou com o plano. Os pagamentos estão previstos para começar em março deste ano. Os recursos de Cury e Pix Bet ainda não tiveram as datas para julgamento marcadas. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Pedro Lopes por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora 'Problemático': advogados criticam Moraes por buscas em caso de vazamento Por que a BlackRock, gigante global, virou dona de 5% da Marcopolo Jurada que causou polêmica e não pontuou escolas não vem em 2026; entenda GCM dispersa foliões com gás, spray de pimenta e cassetete no Butantã Paolla aplaude Virginia, Vamp e mais: a última noite dos famosos na Sapucaí