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Análise dos Times

Internacional

Principal

Motivo: Texto acolhe as reclamações do Inter, qualifica os lances como 'erros graves' e reproduz as declarações indignadas do presidente sem contraponto.

Viés da Menção (Score: 0.6)

Motivo: Vitória relatada de forma neutra; texto apenas sugere que o clube se beneficiou dos erros de arbitragem, sem ataques diretos.

Viés da Menção (Score: -0.1)

Motivo: Mencionado apenas como referência a partida anterior do Inter, sem tom crítico ou elogioso.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Fluminense Botafogo Thiago Silva CBF Internacional Campeonato Brasileiro Ronaldo Bruno Gomes Lucho Acosta Lucas Casagrande Heber Roberto Lopes Alessandro Barcellos Rene Estadio do Maracana

Conteúdo Original

Um gol de Lucho Acosta no último minuto decretou a vitória do Fluminense, de virada, por 2 a 1, contra o Internacional , no Estádio do Maracanã, pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro . Mas, o Colorado saiu na bronca com a arbitragem de Lucas Casagrande, do Paraná. A equipe gaúcha reclama de um pênalti não-assinalado, no início do primeiro tempo, de Thiago Silva em Ronaldo . No segundo tempo, o Inter reclama também uma não-expulsão do lateral-esquerdo Renê após entrada forte também em Ronaldo, mas recebeu o cartão amarelo. Na sequência, próprio Renê comete falta na entrada da área após puxão na camisa de Bruno Gomes e não foi advertido com o segundo amarelo, o que faria com que ele fosse expulso. “Não se trata de lances interpretativos. São erros graves, que interferiram diretamente no andamento da partida e comprometem a integridade da competição. Pela terceira rodada consecutiva, o Inter deixa o campo prejudicado. Fica a pergunta: a quem interessa?”, diz nota oficial do Inter. Alessandro Barcellos , presidente do clube gaúcho, também detonou a arbitragem e relembrou outros possíveis erros contra o Inter na vitória por 3 a 0 diante do Botafogo. “A sensação é que nós fomos assaltados", disse o mandatário em coletiva. "Trazudir um pouco do nosso sentimento no vestiário. É uma situação muito ruim por que a gente que faz futebol não quer ficar retomando esses temas constantemente, por que faz parte de uma espécie de pacto de todos que fazem futebol de tentar elevar o nível destas questões de futebol. Mas, é impossível". "Vemos que acontece cada vez mais frequente com o Inter. Todos os protocolos da CBF serão feitos novamente. É inadmissível. A partida foi decidida por erros de arbitragem”, disse o dirigente. “Saímos do 8 ou 80. O VAR antes entrava se o jogador cuspia no chão. Agora não entrou no lance do Renê. Nada. O Héber Roberto Lopes já era ruim no campo e piorou no VAR. Contra o Botafogo, o cara anulou o gol nosso. Não aconteceu nada. Admitiu, deu explicação? Não. Falou para os nossos atletas”. “Hoje o pênalti no Ronaldo, puxado na área. Para fugir da responsabilidade, ele mandou bater rápido para não dar chance ao VAR avaliar”. “Seguiu o jogo e a falta do Renê para vermelho a primeira. Depois o puxão de camisa. Desde que eu nasci é cartão amarelo. O que ele fez? Nada. Não expulsou o Renê. É um retrocesso. Estamos na reta final do Brasileirão e estão escalando árbitros inexperientes”, seguiu. “Não adianta pedir parceria, não fazer cera, mas a arbitragem piora. Desculpa o desabafo, mas esse é o tom do nosso vestiário, de indignação. Busquei não ferir suscetibilidades. Você fala, é punido. Tem a lei da mordaça e pode vir punição”, reclamou o presidente. Coritiba (C): 03/11, 21h30 (de Brasília) - Campeonato Brasileiro Vasco (F): a definir - Campeonato Brasileiro Vitória (C): a definir - Campeonato Brasileiro