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Análise dos Times

Santos

Principal

Motivo: Cuca exalta a reação, a garra da equipe ('não se entregou') e o desempenho de Neymar; tom valoriza o resultado após estar perdendo por 2 a 0

Viés da Menção (Score: 0.5)

Motivo: Mencionado apenas como adversário; Cuca reconhece a dificuldade de enfrentá-lo, sem críticas ou elogios diretos

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Citado apenas como próximo adversário, sem qualquer avaliação de tom positivo ou negativo

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado apenas como contexto da lesão de Neymar, sem tom jornalístico relevante

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Flamengo Santos Palmeiras Brasileirão Copa do Brasil Neymar Atlético-MG Seleção Brasileira Arena MRV Cuca

Conteúdo Original

“No final, fica aquele gostinho de quero mais, né? Poderíamos ter feito o terceiro gol. Mas, se olharmos para o primeiro tempo, quando saímos perdendo por 2 a 0, acho que acabou sendo um ótimo resultado também. Então fica o gosto de que poderia ser melhor, mas poderia ser pior também”, avaliou o treinador. Cuca reconheceu a dificuldade de enfrentar o Flamengo e explicou que a equipe precisou ter paciência para buscar a reação sem se expor excessivamente. “Você vai para o intervalo perdendo por 2 a 0. Tenta manter a calma, o equilíbrio, jogar uma partida ao natural, sem se precipitar, porque existe o risco de tomar o terceiro gol e matar o jogo. Se você consegue encontrar o primeiro gol, ele permite que você volte para a partida, e foi o que aconteceu. Nós mudamos também a equipe, colocamos um pouco mais de velocidade e usamos o Neymar no jogo. Acho que isso casou bem com o momento da equipe. Mas a equipe não se entregou nunca, mesmo estando perdendo por 2 a 0 e correndo o risco de tomar o terceiro gol”, explicou. Pouco mais de 45 minutos em campo e adivinha? O craque do jogo. 🌟 https://t.co/5o8NqpvKMx — Santos FC (@SantosFC) October 9, 2026 Além de marcar os dois gols, Neymar recebeu elogios do treinador pelo impacto causado no desempenho coletivo do Santos. O camisa 10 não atuava desde 2 de setembro, quando sofreu uma lesão muscular na coxa direita contra o Palmeiras, pela Copa do Brasil. “Lógico que ele encoraja muito os companheiros. Ficamos mais fortes com ele em campo, isso é natural de um grande jogador como ele é. Fez os dois gols, mostrando uma capacidade técnica indiscutível, participou de lances muito importantes para nós e está de parabéns por ter voltado depois de um longo tempo e ter jogado tão bem”, afirmou. Apesar do desempenho, Cuca evitou garantir que Neymar estará à disposição para enfrentar o Atlético-MG , no domingo, pela 30ª rodada do Brasileirão. Segundo o técnico, a condição física do atacante será avaliada na reapresentação do elenco. “Ele estava voltando de uma situação que envolve até um risco grande. Teve uma falta em que ele bateu com o pé esquerdo, ainda sem a confiança natural. Então temos que avaliar jogo a jogo, como fizemos hoje”, explicou. “Isso também vou discutir com calma na reapresentação de amanhã. Depois vamos avaliar tudo, ver como ele se apresenta e como a conversa vai fluir em relação ao próximo jogo”, completou. Veja também: Todas as notícias da Gazeta Esportiva Canal da Gazeta Esportiva no YouTube Siga a Gazeta Esportiva no Instagram Participe do canal da Gazeta Esportiva no WhatsApp Cuca também comentou a possibilidade de Neymar voltar a defender a Seleção Brasileira. O treinador ressaltou que o atacante precisa recuperar sua melhor condição física, mas destacou a qualidade do camisa 10. “Acho que todo cara que gosta de bom futebol gosta de ver o Neymar jogar, independentemente de onde seja. Ele tem que estar na condição ideal. Infelizmente, ele se machucou e ficou fora por quase um mês. Está voltando agora e, mesmo sem a condição ideal, já fez a diferença hoje”, disse. Com o empate, o Santos chegou aos 42 pontos, permaneceu na oitava colocação e ampliou sua invencibilidade para oito partidas no Campeonato Brasileiro. O próximo compromisso será contra o Atlético-MG, neste domingo, às 16h (de Brasília), na Arena MRV, em Belo Horizonte.