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Análise dos Times

Palmeiras

Principal

Motivo: O texto exalta a conquista, o brilho das jogadoras, a superioridade e o fato de ser o clube mais vencedor, usando termos como 'brilho', 'esperta', 'jogava melhor', 'primeiro título nacional' e 'nada indica que será o último'.

Viés da Menção (Score: 0.9)

Motivo: A Ferroviária é descrita como 'potência', mas a narrativa foca nas falhas que levaram aos gols do Palmeiras, como 'surpreendido por cruzamento' e 'entregues', indicando uma visão menos positiva diante do resultado.

Viés da Menção (Score: -0.2)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Palmeiras Copa do Brasil Ferroviária Tapia Amanda Gutierres Brena Raquel Luciana Tainá Maranhão Greice Landázury

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Palmeiras ganha mais uma taça com brilho e gols Juca Kfouri Colunista do UOL 20/11/2025 17h36 Deixe seu comentário Amanda Gutierres, do Palmeiras, comemora gol contra a Ferroviária, na final da Copa do Brasil feminina Imagem: Rebeca Reis/Staff Images Woman/CBF Carregando player de áudio Ler resumo da notícia As Palestrinas foram à Fonte Luminosa, em Araraquara, decidir a Copa do Brasil com a Ferroviária, potência já há anos do futebol feminino brasileiro. Missão árdua e muito bem cumprida. De cabeça, esperta, Amanda Gutierres subiu mais que a zaga e pôs as alviverdes na frente. Helio de La Peña Racismo está longe de ser página virada no Brasil Edu Carvalho Nomeação ao STF no 20/11 afronta luta negra Hélio Schwartsman É só a direita que é ultra ou extremista? Alexandre Borges PL Antifacção vence barricadas ideológicas O Palmeiras jogava melhor, não corria riscos, mas foi surpreendido por cruzamento que Andressa cabeceou para empatar 1 a 1. Não era justo mas era o que era. Inconformadas, ainda no fim do primeiro tempo, Brena pegou o rebote de grande defesa de Luciana em finalização de Amanda Gutierres para botar de novo as Palestrinas em vantagem: 2 a 1. Logo no começo do segundo tempo, o Palmeiras pediu a novidade experimental do desafio de falta na área sobre Tainá Maranhão, a assopradora de apito, que não havia visto o lance claro, foi ao VAR e marcou o pênalti. Confiante, Tainá pediu para bater, Amanda concordou e a menina fez o 3 a 1. Estava praticamente consolidada a conquista da Copa do Brasil, mais uma taça para o clube mais vencedor do Brasil em todas as categorias disputadas pelo país afora. Continua após a publicidade A goleada veio mais tarde. Entregues, as Guerreiras Grenás deram o 4 a 1 de presente, aos 34, quando Greice Landázury, saída do banco, para dar linda chapada sem chance de defesa. Nos acréscimos, Raquel diminuiu por entre as pernas da goleira Tapia. As Palestrinas conquistaram com todos os méritos seu primeiro título nacional, 20 gols marcados e apenas um sofrido. Nada indica que será o último. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Artilheiro Kaio Jorge faz dois, e Cruzeiro busca empate com Juventude Onde vai passar Corinthians x São Paulo pelo Brasileirão? Como assistir ao vivo Palmeiras domina e conquista Copa do Brasil feminina com Leila presente Incêndio atinge pavilhão da COP; autoridades dizem que fogo foi controlado Show de Kanye West em São Paulo é cancelado após polêmicas