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Esporte Corinthians: processo contra Andrés é suspenso, e decisão vai para o TJ Fábio Lázaro Colaboração para o UOL 12/12/2025 17h57 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Andrés Sánchez, ex-presidente do Corinthians Imagem: Marcello Zambrana/AGIF A juíza Márcia Mayumi Okoda Oshiro, responsável pelo processo que envolve Andrés Sánchez, ex-presidente do Corinthians, determinou a suspensão da decisão que havia reduzido o alcance da denúncia apresentada pelo Ministério Público. A medida foi tomada após o promotor Cássio Roberto Conserino pedir que a magistrada se afastasse do caso. Mesmo negando qualquer irregularidade em sua atuação, ela decidiu paralisar os efeitos da decisão até que o tema seja analisado por uma instância superior. Com isso, a decisão que havia sido favorável a Andrés fica sem validade neste momento, e o andamento do processo segue suspenso até que o Tribunal de Justiça de São Paulo se manifeste. Reinaldo Azevedo Trump antecipa presente para Moraes Milly Lacombe A estranha dupla caneta emagrecedora e futebol Letícia Casado Retirada da Magnitsky: STF vê peso do agro em Trump Sakamoto Moraes agora pode aposentar cartão Elo? Processo parado, mas restrições seguem valendo As medidas impostas anteriormente ao ex-presidente corintiano continuam em vigor , apenas da suspensão da decisão e paralisação do processo. Tais resoluções não são necessárias para garantir que o processo siga o curso normal no futuro e evitar prejuízos caso o TJ decida mudar o rumo do caso , diz a juíza. A suspensão evita retrabalho e possíveis anulações caso o pedido do Ministério Público seja acolhido , ainda de acordo com a magistrada. Márcia Mayumi também determinou que o pedido do MP seja analisado pela Câmara Especial do Tribunal de Justiça , que decidirá se ela poderá ou não seguir à frente do processo. Até essa definição, ficam suspensos o andamento do caso e os prazos relacionados à decisão que havia reduzido a denúncia contra Andrés Sánchez. Continua após a publicidade Juíza rebate MP e nega irregularidades Ao explicar a decisão, Márcia Mayumi Oshiro rebateu os principais pontos levantados pelo promotor Conserino e afirmou que não há qualquer comprometimento da sua imparcialidade. Sobre a alegação de relação pessoal com o advogado de Andrés na FAAP, a magistrada disse que a convivência é apenas profissional , sem proximidade que influencie no julgamento. A juíza também afastou a ideia de que atuar no Juizado Especial Criminal do Futebol (Jecrim) represente conflito de interesses , dizendo que isso não interfere nas decisões tomadas por ela. Márcia também criticou o momento em que o MP levantou as acusações, afirmando que os argumentos foram guardados para uso em momento estratégico , já que eram fatos conhecidos desde o início do caso. Outro ponto rebatido foi a alegação de irregularidade na juntada de documentos ao processo. Continua após a publicidade Segundo a magistrada, a providência seguiu a rotina cartorária , foi inclusive solcitada anteriormente pelo próprio Ministério Público e não interferiu na análise da denúncia. De todo modo, a juíza determinou que o tema seja analisado pelo Tribunal de Justiça , que agora dará a palavra final. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Trump antecipa presente a Moraes; nasceu no dia do AI-5 e venceu golpistas Haaland? Saka? Ex-Cruzeiro bate astros e é jogador do mês na Premier League Atriz pornô detida por aventura sexual na Indonésia vai ser deportada EUA chamam dosimetria de 'anistia' e veem Magnitsky contra seus interesses Sem luz em casa, doutoranda 'se muda' pra USP: 'Tomo banho no ginásio'