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Análise dos Times

America-Mg

Principal

Motivo: Tom factual, mas desfecho favorável: MP não identificou dolo do clube e a ação será extinta em relação a ele

Viés da Menção (Score: 0.2)

Motivo: Citado apenas em título de vídeo com resultado de jogo; relato neutro

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Aparece apenas no crédito fotográfico; sem conteúdo jornalístico associado

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

atletico-mg juventude independencia america-mg belo horizonte ministerio publico de minas gerais 17a promotoria de defesa do patrimonio publico

Conteúdo Original

América-MG 0 x 1 Juventude | Melhores momentos | 30ª rodada | Brasileirão Série B 2026 O América-MG assinou um Acordo de Não Persecução Cível (ANPC) com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). O clube mineiro terá de assumir obrigações de interesse público que chegam a R$ 12,2 milhões ao longo de cinco anos devido a uma ação de improbidade administrativa que apura irregularidades nas obras de reconstrução do Independência. Notícias do América Contratações do América: veja quem chega, quem sai e quem fica A ação judicial foi proposta pelo MPMG em 2015 e discute possíveis irregularidades no planejamento, contratação, licenciamento, execução e fiscalização das obras de reconstrução do estádio, realizadas com recursos públicos estaduais, além das condições previstas no Termo de Cessão de Uso do equipamento. Segundo o ANPC, as investigações apontaram indícios de irregularidades relacionadas à elaboração dos estudos de viabilidade, à definição do prazo e das condições econômico-financeiras da cessão, ao planejamento e eventual fracionamento das obras, à descrição do objeto licitado, à emissão de ordem de serviço antes da obtenção do alvará, à celebração de aditivos contratuais e à fiscalização do cronograma físico-financeiro do empreendimento. Contudo, o MPMG considerou que as mudanças promovidas na Lei de Improbidade Administrativa passaram a exigir a demonstração de participação dolosa (intencional) do América. 1 de 1 Arena; estádio; Independência — Foto: Daniela Veiga / Atlético-MG Arena; estádio; Independência — Foto: Daniela Veiga / Atlético-MG Em relação ao clube, entretanto, o Ministério Público concluiu que não foram identificados elementos suficientes para demonstrar que o América-MG tenha participado intencionalmente das irregularidades investigadas ou das decisões administrativas relacionadas às obras. Com base nas provas produzidas, segundo o acordo, não ficaram demonstradas a coautoria do América nem o nexo causal entre a atuação do clube e o dano aos cofres públicos. A ação de improbidade seguirá em relação aos quatro réus pessoas físicas. Obrigações assumidas pelo América-MG : veiculação de campanhas de interesse público no placar eletrônico em todos os jogos e eventos realizados no estádio; realização anual de torneio de futebol voltado a estudantes de escolas públicas e participantes de projetos sociais, com utilização da estrutura da Arena; disponibilização gratuita de espaços físicos do estádio para atividades de interesse público e projetos sociais; instalação de mensagens e campanhas de conscientização em backdrops de entrevistas coletivas e em placas fixadas nas arquibancadas; criação e manutenção de uma Sala Lilás destinada ao acolhimento de mulheres, meninas e outras pessoas em situação de violência ou vulnerabilidade; realização de seis campanhas anuais nas redes sociais oficiais do clube, com participação de atletas do elenco profissional, voltadas a temas de interesse público. A fiscalização do cumprimento das obrigações ficará a cargo da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público de Belo Horizonte. O acordo prevê que, após homologação judicial, o processo será extinto em relação ao América Futebol Clube, permanecendo o trâmite da ação contra os demais réus. Assista: tudo sobre o América-MG no ge, na Globo e no Sportv 32 vídeos