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Análise dos Times

Selecao Brasileira

Principal

Motivo: O artigo foca no 'problema bom' de Ancelotti com o ataque da seleção, analisando as opções e suas chances na Copa do Mundo, evidenciando um tom positivo sobre a qualidade geral.

Viés da Menção (Score: 0.8)

Ancelotti

Principal

Motivo: A análise do texto gira em torno das decisões táticas e do 'problema bom' enfrentado pelo técnico, com foco em suas escolhas e na qualidade do elenco à sua disposição.

Viés da Menção (Score: 0.9)

Motivo: É descrito como um dos melhores jogadores do mundo e um dos poucos a salvar o ciclo pós-2022, com forte candidato a ser titular, mas com dilemas sobre sua posição ideal.

Viés da Menção (Score: 0.7)

Motivo: Sua estreia com gol e dedicação o recolocam no debate, com potencial para ser uma opção importante, demonstrando um tom otimista sobre seu futuro.

Viés da Menção (Score: 0.7)

Motivo: É apresentado como uma surpresa positiva, com destaque na Premier League e um vice-artilheiro promissor, sendo observado com atenção pela comissão técnica.

Viés da Menção (Score: 0.6)

Motivo: Mencionado apenas como o clube onde Raphinha atua e rende bem, sem um viés específico em relação ao clube em si.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado como o clube para onde Endrick se transferiu em busca de mais minutos, sem um viés específico para o clube.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado como o clube onde Igor Thiago se destaca, sem um viés específico para o clube.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Destacado pela liderança no Campeonato Inglês e pela importância de Gabriel Martinelli, com um tom positivo sobre o desempenho e jogadores.

Viés da Menção (Score: 0.5)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Flamengo Dorival Júnior Chelsea Santos Palmeiras Cruzeiro Carlo Ancelotti Premier League Brentford Copa do Mundo Vitor Roque Neymar Endrick Xabi Alonso Fernando Diniz Arsenal Pedro selecao brasileira Raphinha Vini Jr. Gabriel Martinelli Luiz Henrique Campeonato Inglês Rodrygo Tottenham João Pedro Gabriel Jesus Richarlison Eliminatórias Barcelona Paul Clement Matheus Cunha Antony Copa da Inglaterra Bétis Igor Thiago Campeonato Russo Manuel Pellegrini Lyon

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Com excesso de opções, ataque da seleção vira 'problema bom' para Ancelotti Thiago Arantes Colunista do UOL, em Barcelona 13/01/2026 05h30 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Endrick comemora gol marcado pela seleção brasileira contra a Espanha em amistoso Imagem: Mateo Villalba/Getty Images O ataque da seleção brasileira virou um problema para Carlo Ancelotti. Não pela falta de jogadores, mas pelo excesso de opções no setor. Desde a última Data Fifa — quando o Brasil venceu Senegal e empatou com a Tunísia —, novas peças surgiram no quebra-cabeças. A primeira, e mais óbvia, é Raphinha. O ponta do Barcelona foi titular absoluto com Fernando Diniz e Dorival Júnior. Com Ancelotti, ele começou jogando contra Paraguai e Chile, saiu do banco diante da Bolívia, mas as lesões os tiraram das duas últimas convocações. Um dos melhores jogadores do mundo atualmente, e dos poucos que salvaram no tumultuado ciclo pós-2022 na seleção, Raphinha é forte candidato a ser titular absoluto. E aí está o problema: em que posição? No Barcelona, ele abdicou da ponta direita (motivo: Lamine Yamal), mas tem rendido muito pela esquerda e centralizado. Daniela Lima Trump tenta naturalizar postura de imperador Reinaldo Azevedo Regime do Irã é detestável, mas Trump é a solução? Luciana Bugni Reconhecimento a Wagner Moura é para poucos José Trajano Luciano revela tamanho do drama do São Paulo Raphinha comemora gol do Brasil sobre a Colômbia em jogo das Eliminatórias Imagem: Andre Ricardo/Sports Press Photo/Getty Images Na seleção, Raphinha poderia voltar às origens, brigando com Estêvão; uma segunda opção seria disputar posição com Matheus Cunha na posição de 10; a terceira, entrar na disputa pelo lado esquerdo, com Rodrygo e Vini Jr. O efeito Endrick Nas últimas partidas da seleção, Ancelotti deixou claro que o time poderá jogar a Copa do Mundo sem um "camisa 9 clássico" entre os titulares. Nas boas atuações contra Coreia do Sul e Senegal, a equipe tinha Vini Jr. atuando como atacante mais centralizado, mas Rodrygo e Matheus Cunha também se moviam pelo setor. A estreia de Endrick pelo Lyon pode mudar esse cenário, ou pelo menos colocar mais uma dúvida na cabeça do treinador: será que vale dar uma chance ao jovem de 19 anos? O italiano revelou que, em conversa com o jogador, disse que ele precisava de mais minutos em campo para entrar no radar da seleção. Endrick entendeu o recado: saiu do Real Madrid, onde virou última opção do ataque sob o comando de Xabi Alonso, e foi para um clube em que terá oportunidades e sequência de jogos. A estreia com gol, bola na trave e muita dedicação, recolocou o ex-jogador do Palmeiras no debate. Continua após a publicidade Se conseguir repetir a atuação da estreia, o atacante ganha força para entrar na convocação da próxima Data Fifa, em março, quando a seleção enfrentará França e Croácia. Seria uma espécie de prova final, valendo uma vaga na Copa. Igor Thiago celebra gol do Brentford em jogo do Campeonato Inglês Imagem: Shaun Botterill/Getty Images Igor Thiago, a surpresa Se Endrick e Raphinha eram jogadores com os quais Ancelotti já contava — ou imaginava poder contar — quando assumiu a seleção, o caso de Igor Thiago é diferente. O atacante do Brentford estourou na Premier League nesta temporada, especialmente desde a última Data Fifa. Revelado pelo Cruzeiro, e com passagem pela Bélgica, o centroavante de 24 anos é o vice-artilheiro do Campeonato Inglês. Com 16 gols, ele já quebrou o recorde de um brasileiro em uma única temporada, mesmo com meio campeonato por disputar. Apenas Erling Haaland, com 20 gols, marcou mais vezes. A comissão técnica observa com especial atenção a Premier League; afinal, é o campeonato que mais fornece jogadores para a seleção: dentre os possíveis titulares, o goleiro Alisson, o zagueiro Gabriel Magalhães, os meio-campistas Bruno Guimarães e Casemiro, além de Matheus Cunha e Estevão — todos jogam por lá. Continua após a publicidade Um dos auxiliares de Ancelotti, o inglês Paul Clement, acompanha jogos e faz relatórios para o treinador, e o Igor Thiago foi assunto nos últimos meses. É outro que luta por uma chance de, pelo menos, ser chamado para a próxima Data Fifa e mostrar do que é capaz. Martinelli comemora gol do Arsenal sobre o Porstmouth em jogo da Copa da Inglaterra Imagem: Mike Hewitt/Getty Images E tem mais? O quebra-cabeças de Ancelotti para formar o ataque titular — e também os demais convocados — deve ser um dos grandes assuntos dos próximos meses. Há jogadores que, se nascidos em outros países, não correriam qualquer risco de ficar fora da lista final: é o caso de Gabriel Martinelli e Antony, por exemplo. O primeiro é peça importante no Arsenal, que lidera o Campeonato Inglês rumo a um título que o clube não conquista desde a temporada 2023-04. No domingo, ele marcou três vezes no 4 a 1 sobre o Portsmouth. Antony, por sua vez, virou rei de Sevilha. O ponta-direita do Bétis é o arco e a flecha no time de Manuel Pellegrini: dá passes precisos, que se transformam muitas vezes em assistências, mas também marca gols. A concorrência na posição e a eclosão de Estêvão complicaram a vida do ex-São Paulo na luta por um lugar entre os 26 que irão à Copa. Continua após a publicidade Richarlison comemora na vitória do Tottenham sobre o Brentford Imagem: Divulgação / Tottenham Mas quem sai? Na convocação para a Data Fifa de novembro, oito atacantes foram convocados: além dos titulares Vini, Rodrygo, Estêvão e Matheus Cunha, foram chamados Richarlison, Vitor Roque, Luiz Henrique e João Pedro. Colocar Raphinha, Endrick e Igor Thiago — para citar apenas três exemplos — provocaria uma mudança em quase metade da lista para a posição. Vale ressaltar que Richarlison, criticado pela falta de gols na seleção, voltou a marcar pelo Tottenham nos últimos meses. João Pedro soma sete gols na temporada pelo Chelsea, e Vitor Roque foi destaque do Palmeiras na temporada de volta ao Brasil. A situação de Luiz Henrique é a mais difícil: em dezembro, o Campeonato Russo entrou de recesso e só volta em março, o que acaba tirando o jogador do radar de observações. E ainda há casos como o de Pedro, do Flamengo, que se machucou quando Ancelotti pensava em testá-lo, ou o de Gabriel Jesus, que voltou a jogar após um ano, e vive boa fase no retorno ao Arsenal. Neymar dá volta olímpica na Vila Belmiro, após vitória do Santos sobre o Cruzeiro Imagem: Mauricio De Souza/Mauricio De Souza/AGIF E, por último, Neymar. O camisa 10 das últimas três Copas classifica o Mundial de 2026 como sua "missão final". Para isso, precisa convencer Ancelotti que ainda pode fazer dentro de campo tudo o que já fez no passado. Continua após a publicidade Só que, agora, a fila de quem "talvez mereça uma chance" nos dois últimos amistosos, contra França e Croácia, aumentou. Fechar a lista de março já deve ser difícil; a da Copa do Mundo, ainda mais. O problema é de Carlo Ancelotti. A seleção, com tantas opções de qualidade, agradece. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Jovem de 19 anos é morto a pedradas no 1° dia de trabalho em São Luís Alemanha minimiza risco dos EUA atacarem e invadirem a Groenlândia Servidor é exonerado ao ser flagrado fazendo sexo em carro de prefeitura Parlamento diz que Irã reagirá a qualquer ação dos EUA: Venham e descubram Messi na Kings League? Neymar revela mensagem do argentino: 'Posso ir?'