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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Palmeiras e Flamengo têm uma imensa coleção de ídolos em comum Paulo Vinicius Coelho (PVC) Colunista do UOL 29/11/2025 08h51 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Zinho jogou no Flamengo e no Palmeiras Imagem: Reprodução Os podcasts e vídeos de redes sociais têm lembrado uma legião de grandes jogadores que passaram pelos dois finalistas da Libertadores. Ídolos do Palmeiras, que jogaram também no Flamengo. Do rubro-negro que também se vestiram de verde. A tentação é sempre buscar gente mais recente, que a memória traz mais rapidamente à mente. Thais Bilenky Líderes do Congresso decidem retaliar o país Rico Vasconcelos A simplicidade e a genialidade de Drauzio Julián Fuks Engolidos pelas telas, condenados à inexistência Ruy Castro Perguntei à IA em que ruas Tom Jobim morou no Rio Mas há gente de um século atrás, ou quase, que fez história nos dois clubes. Um dos primeiros, o goleiro Jurandir. Tricampeão pelo Palmeiras em 1932, 1933 e 1934, fez parte da campanha do tri do Flamengo em 1944. Jurandir, Newton e Quirino; Biguá, Bria e Jayme; Valido, Zizinho, Pirillo, Perácio e Vevé. Tião entrava na meia esquerda no final da campanha do tri, no lugar de Perácio. Antes, no Palestra de 1934: Jurandir, Carnera e Junqueira; Tunga, Dula e Tuffy; Álvaro, Gabardo, Romeu, Lara e Imparato. O maior artilheiro palmeirense no profissionalismo, César Maluco começou no Flamengo. Jogou emprestado no Palmeiras e fez gols nas finais da Taça Brasil de 1967 e Robertão do mesmo ano, contra Náutico e Grêmio, respectivamente. Retornou ao Flamengo para uma breve passagem em 1968 e voltou de vez ao Palmeiras, para marcar gols no jogo do título do Robertão de 1969, 3 x 1 no Botafogo. Caminho inverso fez Ademar Pantera, artilheiro do Rio-São Paulo de 1965, negociado com o Flamengo em 1967. Luís Pereira, maior zagueiro da história palmeirense, jogou no Flamengo em 1980, ao retornar do Atlético de Madrid. Não foi bem e retornou ao Parque Antarctica, de onde tinha saída para a Espanha, em 1975. Continua após a publicidade Aí vem a coleção dos mais lembrados: Sérgio, goleiro, Leonardo Moura, Cláudio, lateral-direito, Júnior Baiano, Darío Pereyra, Viña, Marquinhos, volante, Djalminha, Zinho, Edmundo, Gaúcho, Paulo Nunes. Dá bem mais de um time, de goleiro a ponta-esquerda. Se, em vez de Paulo Nunes, quiser um extrama esquedo de origem, tem Germano, que começou no Flamengo, passou pelo Palmeiras e ficou famoso por se casar com a condessa Giovanna Augusta, de nobre família italiana. E Jair Rosa Pinto. Depois de uma derrota do Flamengo para o Vasco por 5 x 2, em 1949, a torcida do Flamengo queimou uma camisa 10 rubro-negra do lado de fora de São Januário. "Não queimaram minha camisa. Queimaram uma camisa 10 do Flamengo", dizia Jair Rosa PInto em entrevista a este colunista. Uma semana depois do episódio, Jair desembarcou em São Paulo para jogar pelo Palmeiras. Foi campeão paulista de 1950, do Rio-São Paulo, Taça São Paulo 1950 e 1951 e Copa Rio em 1951 vestido de verde e branco. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Paulo Vinicius Coelho (PVC) por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora De Miami, Ramagem 'encheu' o tanque 3 vezes em 1 dia com cota parlamentar Pão de queijo do cemitério vira franquia de 8 lojas e fatura R$ 4,9 milhões Documentário torna pública a simplicidade e genialidade de Drauzio Varella Santos vivo e Inter desesperado: os novos cenários do Z4 do Brasileirão Demissão por WhatsApp e papo com Casares: bastidores da saída de Belmonte