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Futebol Luiz Henrique muda jogo de novo e vira candidato a 12º jogador na seleção Do UOL, no Rio de Janeiro 27/03/2026 05h30 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O roteiro transcende a era Ancelotti: Luiz Henrique entra no segundo tempo e, ainda que não faça gol, faz a seleção brasileira ter um salto de qualidade a partir de jogadas insinuantes pela ponta direita. Aconteceu contra a França e em boa parte da ainda curta trajetória do jogador com a camisa da seleção. O ponto é que Luiz Henrique desponta como possibilidade de se tornar o 12º jogador de Carlo Ancelotti. PVC Brasil passa impressão de que pode não chegar bem Alicia Klein Expulsão da França foi ruim para o Brasil Letícia Casado Brasil e os legisladores que ignoram as leis Josias de Souza STF abre trilha para CPMI do Master Se Dorival Júnior bebeu dessa fonte para sair de situações complicadas nas Eliminatórias, o italiano também vai provando, em doses menores, os benefícios que a ousadia de Luiz Henrique pode proporcionar. Ponta direita canhoto, ele tem 12 jogos pela seleção — metade com Ancelotti. Embora os dois gols pelo Brasil tenham saído com Dorival, soma duas assistências sob o comando do atual treinador. E olha que só foi titular uma vez, na derrota para o Japão, quando o Carletto intencionalmente desfigurou o time para fazer testes. Mas o desempenho contra a França chama a atenção por ser diante do adversário mais forte enfrentado pelo Brasil desde que Ancelotti chegou. Luiz Henrique não joga na elite europeia, fica escondido e vive as mazelas de calendário por jogar em um país como a Rússia — cujos clubes seguem banidos das competições europeias. Mas não dá para ignorar o grau de personalidade e eficácia nos minutos pela seleção. Desta vez, contra uma das favoritas à Copa. Continua após a publicidade Foi do jogador do Zenit a assistência para o gol de Bremer em Boston. Antes disso, saiu da canhota de Luiz Henrique um forte chute que fez o goleiro da França trabalhar pela primeira vez. O espaço naquele setor do Brasil é concorrido. Raphinha foi quem começou jogando. Estêvão é a grande esperança e só não está convocado por causa de lesão. E aí aparece Luiz Henrique, como "terceira força", mas que, na real, ganha ares de protagonismo. No pentacampeonato, em 2002, Denílson tinha essa função. O estilo dele aumenta a rotação da seleção e ajuda a abrir espaços em defesas bem postadas. Como Raphinha deixou o amistoso contra a França com dores na coxa, pode ser que Luiz Henrique tenha chance diante da Croácia, terça-feira, na última partida da seleção antes da convocação final. A tão pouco tempo da Copa, o protagonismo aparece na hora certa. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Vasco e Palmeiras: negócio da SAF pode impactar competições internacionais Líbia assume controle do 'navio-bomba' à deriva, mas o problema continua Gabriel Jesus só volta ao Palmeiras em um cenário após contrato com Arsenal Preço do cacau desaba, mas chocolate chega 25% mais caro na Páscoa Ceará é laboratório de eleição presidencial para Lula