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Thiago Barbosa traz as novidades do Pan-Americano de Ginástica Rítmica Dentro da programação do Campeonato Pan-Americano de Ginástica Rítmica, realizado durante esta semana no Parque Olímpico no Rio de Janeiro, houve também o Torneio Pan-Americano, voltado para ginastas com 13 anos de idade. Grandes promessas do continente estiveram em quadra na Arena Carioca 1, e toda a equipe brasileira foi formada por ginastas e treinadoras sergipanas. O grupo foi composto por Sophia Rocha e Maria Vitória, treinadas por Iracema Alves e que integram o Clube Jardins; e Anny Beatriz, do IDFG, treinada por Michele Cristina. Representando o Brasil, a delegação sergipana ajudou o país a manter a hegemonia no continente e subiu em todos os pódios. 1 de 4
Equipe brasileira foi toda formada por sergipanas — Foto: Melogym/CBG Equipe brasileira foi toda formada por sergipanas — Foto: Melogym/CBG Na última segunda-feira, as ginastas conseguiram a medalha de ouro por equipes. Nas finais por aparelhos, vieram um ouro, uma prata e dois bronzes, mostrando que Sergipe segue sendo um grande celeiro de talentos da GR. ¬ Grandes ginastas estão sendo despontadas em nosso estado, conseguindo resultados expressivos em grandes torneios, inclusive aqui no Pan-Americano. Estamos muito felizes e satisfeitas com toda a participação e integração dessas nossas equipes, ginastas, técnicas e familiares que estão presentes. Eu, brincando, ainda disse, Sergipe deixou de ser o país do forró e passou a ser o país da ginástica – disse Valdelice Santos, presidente da Federação Sergipana de Ginástica. Tricampeã sul-americana e bicampeã brasileira, Sophia Rocha conseguiu dois bronzes nas finais por aparelhos. Ela alcançou a nota de 21.050 no arco e de 22.250 nas maças. 2 de 4
Sophia Rocha faturou dois bronzes no Torneio Pan-Americano — Foto: Melogym/CBG Sophia Rocha faturou dois bronzes no Torneio Pan-Americano — Foto: Melogym/CBG – Eu cometi algumas falhas. Sei que poderia ter sido muito melhor, mas fico feliz com o meu resultado, pois mesmo tendo falhas, consegui estar no pódio e me superar com um ótimo resultado. Estou muito feliz e orgulhosa do nosso trabalho – comentou Sophia. Maria Vitória é bicampeã brasileira, tricampeã sul-americana, e sai do Torneio Pan-Americano no Rio de Janeiro com o currículo ainda mais robusto em termos de conquistas internacionais. Além do ouro por equipes, ganhou também a medalha dourada na final da fita, com a nota de 23.000. – Foi uma experiência incrível, meu primeiro Pan-Americano e já consegui duas medalhas de ouro. Isso é um mérito para o Brasil, para Sergipe, para o Clube Jardins. Agradeço a todos que estavam torcendo para a gente, estou muito feliz – disse Maria Vitória. 3 de 4
Maria Vitória garantiu o ouro na fita no Torneio Pan-Americano — Foto: Melogym/CBG Maria Vitória garantiu o ouro na fita no Torneio Pan-Americano — Foto: Melogym/CBG Treinadora e formadora da dupla, Iracema Alves ressaltou a força da ginástica rítmica sergipana, que segue revelando talentos e formando muitos valores da modalidade para o país. – Essa conquista representa a força da ginástica rítmica sergipana. Pela primeira vez, uma equipe brasileira conquista um ouro nessa categoria. Então, mostra que essa nova geração vem muito forte e vai ser o futuro. Com experiência e conquistas relevantes no Campeonato Brasileiro, Anny Beatriz deu um salto importante na carreira internacional ao conquistar a medalha de prata na final da bola, com a nota de 23.500. – Eu fico orgulhosa por ter representado o Brasil, fico feliz por conseguir essa medalha e mais feliz ainda porque fiz bem a minha série. Estava com um pouquinho de medo, mas fui corajosa até o final - revelou. 4 de 4
Anny Beatriz foi prata na bola no Torneio Pan-Americano — Foto: Melogym/CBG Anny Beatriz foi prata na bola no Torneio Pan-Americano — Foto: Melogym/CBG A presença da seleção brasileira de conjunto em Aracaju vem ajudando a construir um movimento transformador nas escolas e clubes, fazendo com que as jovens promessas se espelhem nas medalhistas mundiais e queiram chegar à seleção. Michele Cristina também comentou sobre o momento especial vivido pela ginástica rítmica sergipana. – Estamos muito felizes em poder representar o Brasil e principalmente Sergipe. É bem gratificante. Elas entraram bem e felizes em quadra, e o resultado foi maravilhoso - exaltou.