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Carlo Ancelotti transforma a convocação do Brasil num laboratório de futuro: em vez de cobrar respostas prontas, quer descobrir quem pode amadurecer até 2030. Nesta etapa inicial do ciclo, a experiência dos jovens nos amistosos importa mais do que o placar — uma escolha que dá à Seleção o papel de vitrine e também de apoio para promessas ainda em busca de espaço. [ ] O foco recai sobre Estêvão e Endrick, que ainda tentam encontrar lugar no Chelsea e no Real Madrid. Allan e Vitor Reis, do City, também serão observados, enquanto a lista abre espaço a jovens como Jonathan Jesus, Morisco, André e Bontempo, além de Marlon Gomes e Alisson Santana. É um mapa amplo de apostas, não uma coleção de certezas: faltam nomes indiscutíveis para ocupar o posto de protagonistas da próxima geração. [ ] Os testes terão dois cenários distintos: Japão, em 14 de novembro, e Singapura, três dias depois. Ancelotti procura sinais; por ora, a promessa é justamente essa — observar, experimentar e aceitar que o caminho para uma nova base ainda está sendo desenhado. [ ]