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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte A melhor seleção do mundo x a crise do Brasil Paulo Vinicius Coelho (PVC) Colunista do UOL 27/09/2026 11h27 Deixe seu comentário Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Baena empata para a Espanha contra a Inglaterra na Liga das Nações Imagem: Ben Stansall/AFP A terceira vitória da Espanha sobre a Inglaterra, em Wembley, em quase cem anos de confrontos, completa também 40 partidas oficiais dos espanhóis sem sofrerem derrotas. A maior sequência invicta da história das seleções nacionais, esta de 39 partidas incluindo amistosos, começou depois de uma derrota para a Colômbia, também em Londres, mas no estádio olímpico, do West Ham, o London Stadium. Trinta vitórias e nove empates, sequência iniciada nos 3 x 3 contra a seleção brasileira, de Dorival Júnior, em 2024. Desde então, o Brasil teve 34 partidas e seis derrotas. Para chegar a 39 partidas, como a sequência atual dos espanhóis, é preciso somar todo o trabalho de Carlo Ancelotti (18 partidas), de Dorival Júnior (16 jogos) e cinco das seis partidas de Fernando Diniz. O total dará 18 vitórias, 12 empates e 9 derrotas. Josias de Souza Flávio cai no feitiço religioso difundido pelo pai Ricardo Kotscho A eleição mais importante das nossas vidas Milly Lacombe Diretoria do São Paulo tem uma oportunidade histórica Michelle Prazeres Por que precisamos levar o bem viver às urnas Não é ciência exata, mas uma parte do problema da seleção brasileira é a absoluta falta de convicção. A sociedade do futebol que não acredita em nada, nem ninguém, que elogia Fernando Diniz quando vence, aplaude o técnico estrangeiro com qualquer passaporte e, depois, usa palavras de ordem para, de modo panfletário, indicar o incômodo. Ancelotti precisa ser a ponte para o futuro, inclusive para montar uma geração de novos treinadores brasileiros. Não pode ser como Rubén Magnano, campeão olímpico pela Argentina, que chegou e saiu do basquete brasileiro sem deixar vestígios. Julgava-se que o Brasil tinha craques na NBA e não tinha treinadores para montar um time competitivo. Dezesseis anos depois, o Brasil não tem craque nem time capaz de brigar por medalha olímpica. O futebol do Brasil precisa de trabalho. Muito. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Paulo Vinicius Coelho (PVC) por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Esvaziada, Alesp tem sessão de 28 segundos e Suplicy sozinho em plenário Flávio e Nossa Senhora: caso vira 3ª maior controvérsia política do ano Quem vai cuidar de mim na velhice? O dilema de quem escolheu não ter filhos Tempestades com granizo atingem cidades do RS; Defesa Civil emite alerta Pesquisas apontam vitória de Lula em 11 estados; Flávio leva em 8 e no DF