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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Neymar e Diniz: as máscaras finalmente caíram? Alicia Klein Colunista do UOL 23/02/2026 05h30 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Neymar, durante Novorizontino x Santos, no Campeonato Paulista Imagem: Reprodução/X Neymar não conseguiu ajudar o Santos a vencer o Novorizontino. Pelo contrário, errou o passe que originou o primeiro gol do adversário, reclamou, atrapalhou a equipe e viu o caríssimo elenco voltar do interior eliminado do Paulistão, nas quartas-de-final. Se alguém ainda acredita na ressurreição do atacante, eu gostaria de saber de onde emana tanto otimismo. Mesmo com toda a agenda positiva, que o considera "raçudo" por tentar — sem sucesso — salvar uma bola na lateral, dando um verniz de sucesso a cada respiro do antigo craque, a realidade de Neymar é bem clara. Desde que ele chegou, tratado como príncipe salvador, o Santos foi eliminado do Paulistão 2025 na semifinal, brigou para não cair no Brasileiro e caiu do Paulistão 2026 nas quartas. Lesionado ou não, ele não tem feito a diferença. Pelo menos, não para o bem. Mauro Cezar Neymar age como dono do time, e Santos é eliminado Milly Lacombe Mesmo nervoso, Flu mostra a sua força contra o Vasco PVC O santo de Neymar não é forte. Nem o Santos Josias de Souza Justiça legalizar pedofilia tem de ser ilegalizada A outra máscara que não precisou cair porque os números não mentem há tempos foi a de Fernando Diniz. Depois da derrota para o Fluminense pelo Carioca, com 54 jogos nesta segunda passagem, ele foi finalmente demitido do Vasco. Neste período, alcançou 18 vitórias, 14 empates e 22 derrotas, com 1 gol de saldo positivo (73 marcados e 72 sofridos). No Brasileirão, chegou em fevereiro a uma triste marca: mais revezes do que triunfos. Ao perder para o Bahia, no dia 12, passou a ter 85 derrotas, 84 vitórias e 53 empates, com pouco mais de 45% de aproveitamento. Curiosamente, um dos únicos grandes momentos de Diniz no Brasileirão 2025 foi justamente o 6 a 0 do Vasco sobre o Santos, que arrancou lágrimas de Neymar no Morumbis. O futebol é feito de muito mais do que números. É feito, entre tantas outras coisas, de gente — e já vimos como o treinador-psicólogo trata seus comandados . Números não contam toda a história, mas dizem muita coisa, especialmente para quem quer se manter na elite da elite. Olhando para eles, é preciso admitir que Neymar e Diniz estão vivendo de passado. Seu presente, como um dia escreveu Adoniran Barbosa, é um jacá de vazieza. Siga Alicia Klein no Instagram Se inscreva no canal de Alicia Klein e Milly Lacombe no YouTube Assine a newsletter da Alicia Klein Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Alicia Klein por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora BBB 26: Chaiany, Maxiane e Milena estão no 6º Paredão do reality Hugo minimiza protagonismo no Corinthians e diz que sonha com Copa Scarpa reencontra Bigode: 'Não vejo a hora de receber o que me é de direito' Rodovias para o litoral de SP são interditadas após chuvas e risco de queda BBB 26 - Enquete UOL: quem você quer eliminar no 6º Paredão?