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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte São Paulo escala melhor versão contra O'Higgins por apoio das arquibancadas Paulo Vinicius Coelho (PVC) Colunista do UOL 14/04/2026 07h44 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Roger Machado, técnico do São Paulo, durante a partida contra o Vitória, no estádio Barradão, pelo Brasileirão 2026. Imagem: Márcio José/AGIF O depoimento do ex-volante Fernando, que encerrou a carreira e tenta iniciar sua trajetória como técnico, impressiona por sua visão sobre Roger Machado. Ao Resenha, da ESPN, o meio-campista que trabalhou com Pep Guardiola no Manchester City, afirmou ter em Roger sua inspiração: "Nunca vi trabalho igual ao dele na Europa." Daí a transformar em bons resultados ainda vai uma distância, mas Fernando se surpreende pela capacidade de Roger transmitir aos jogadores o pretende a partir de informações precisas. No Grêmio, há oito anos, tinha fixadas no vestiário dados sobre o que o time fazia e o que deveria fazer. Por exemplo, a distância média dos chutes a gol e os treinamentos para conseguir chutar mais de dentro da área. Roger é inteligente, moderno e atualizado. Alexandre Borges Trump x papa Leão 14: existe guerra justa? Sakamoto Relator de CPI poupa colegas em ano eleitoral Carlos Nobre A guinada verde da China e a pressão sobre o Brasil Milly Lacombe Atitude da diretoria do Flu pode pôr o ano a perder Rui Costa passou a ter uma faca em seu pescoço a partir da demissão de Hernán Crespo. É justo sempre informar, a quem não acompanhou seu trabalho, que durante cinco anos o São Paulo deixou seu dirigente abaixo de seu potencial e do que fez na carreira. Por exemplo, no Grêmio, Rui Costa contratou e demitiu Felipão, também Roger Machado e contratou Renato Gaúcho. Foi quem montou o elenco gremista campeão da Copa do Brasil de 2016 e, depois, da Libertadores de 2017. Na Chapecoense, contratado depois da tragédia, chegou para montar elenco completo, capaz apenas de não ser rebaixada. Classificou a Chape pós-tragédia para a Libertadores. No Athletico Paranaense, foi campeão da Sul-Americana e ajudou a revelar o técnico Tiago Nunes. A faca no pescoço de Rui Costa e Roger Machado está apontada para o próprio São Paulo. Não faz bem ter a obrigação de responder a quem não aceita o novo trabalho a cada entrada em campo. Não faz bem para o clube, não para a dupla de dirigente e treinador. O São Paulo precisa de uma paz que, neste momento, só Flamengo e Palmeiras possuem. E olhe lá... Porque até o Flamengo demitiu Filipe Luís pelo mau início de temporada e pela derrota para o Lanús, na Recopa. O que significa dizer que, mesmo se Crespo ainda estivesse, os resutados duvidosos também o ameaçariam. E se o próprio Crespo acreditava que o objetivo era escapar do rebaixamento? O São Paulo não brigará contra o descenso, mas por vaga na Libertadores e por títulos de Copa do Brasil e Sul-Americana. Não serão fáceis as missões. Mas é possível, desde que se dê tempo para a nova comissão técnica trabalhar. O tempo vai dizer, não os gritos a cada erro, contra o O'Higgins. Contra o bom time chileno, que eliminou o Bahia, o São Paulo escala sua versão mais forte. É a opção para vencer e arrancar aplausos das arquibancadas. Os resultados, só eles, mostrarão que o destino são-paulino pode ser bom na temporada 2026. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Paulo Vinicius Coelho (PVC) por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Indiciamento de ministros do STF pela CPI é inconstitucional, diz jurista Trump x papa Leão 14: existe guerra justa? Com petróleo a US$ 100, governo quer reviver a estatal BR Distribuidora Lula sanciona Plano Nacional de Educação e critica escolas cívico-militares Eduardo Bolsonaro falta a interrogatório no STF