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Análise dos Times

Brasil

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Motivo: O artigo descreve o Brasil como coadjuvante, com crise técnica e política, e fora da elite dos favoritos, indicando um tom crítico sobre a situação atual da seleção.

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Esporte Futebol Brasil torna-se coadjuvante na largada da Copa por crise técnica e política Paulo Vinicius Coelho (PVC) e Rodrigo Mattos Do UOL em Washington 05/12/2025 05h30 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Vini Jr abraça Carlo Ancelotti após ser substituído em partida amistosa Brasil x Senegal, no Emirates Stadium, em Londres Imagem: IAN KINGTON/AFP Não há técnicos brasileiros na Copa. Não há dirigentes do país na cúpula da Fifa. A seleção ocupa apenas a 5ª posição no ranking da entidade. Os especialistas da Fifa não citam o Brasil como favorito. A taça não é conquistada pelo Brasil há 24 anos. Como raras vezes se viu na história da competição, o Brasil chega como coadjuvante ao sorteio da Copa-2026, em Washigton, nos EUA. Há, porém, um trunfo para a CBF: Carlo Ancelotti é o técnico de maior currículo entre os 42 já definidos que disputarão o Mundial. É nas suas mãos que o Brasil espera recuperar o protagonismo perdido. Sakamoto Ato de Dino ilustra risco de impeachment no STF Reinaldo Azevedo A liminar e os déspotas pouco esclarecidos Casagrande Filipe Luís e a reinvenção dos nossos técnicos José Paulo Kupfer Economia ainda pode crescer 2% em 2025 O italiano foi contratado pela CBF justamente pelos frustrantes trabalhos dos treinadores nacionais à frente da seleção - Dorival, Diniz, Tite, antes Scolari, Dunga. Só agora o país começa a revelar novos nomes para uma possível troca de guarda futura - como Filipe Luís. Os resultados decepcionantes do ciclo levaram o Brasil a 5a posição do ranking, fora da elite dos quatro primeiros. Espanha, Inglaterra, França e Argentina terão a prerrogativa de não se enfrentarem até a semi caso passem em primeiro de seus grupos. Claro que não é certeza de caminho mais difícil para o Brasil por tantas variações na fase de grupo que se viram nas últimas edições. Mas é um indicativo da necessidade de o país escalar de novo a montanha até o topo. Como lembrou Dunga, pouco antes do sorteio, há 24 anos o Brasil não ganha a taça, mesmo período de jejum de quando o próprio capitão levantou a taça nos EUA. Era um Mundial em que o presidente da Fifa era o brasileiro João Havelange. Logo depois, seu genro e presidente da CBF, Ricardo Teixeira, passou a ter um posto no prestigioso Comitê Executivo. Os casos de corrupção envolvendo ambos iniciaram a derrocada brasileira na política: Teixeira renunciou em 2012 da CBF e saiu da Fifa. Continua após a publicidade Mais recentemente, as disputas internas que resultaram na saída de Ednaldo Rodrigues da confederação geraram uma lacuna até no Conselho Executivo. Os cinco cargos da Conmebol na cúpula não contam com brasileiro - há colombiano, equatoriana, uruguaio, argentino e paraguaio. Para recuperar o status anterior no mundo do futebol, o Brasil terá de recuperar no campo seu espaço e na política sua força nos bastidores. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Narrador de 42 anos morre logo depois de trabalhar em vitória do Santos PF investiga ato de Castro horas depois de deputado ligado ao CV ser preso Resumo novela 'Três Graças' da semana: confira capítulos de 5/12 a 13/12 Cruzeiro toma gol no fim, empata com Botafogo e garante vice do Palmeiras Mega-Sena acumula e prêmio sobe para R$ 12 milhões; confira dezenas