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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Palmeiras versus Fluminense: a pergunta que não fazemos sobre Arias e Nino Alicia Klein Colunista do UOL 04/02/2026 14h18 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Arias em ação durante Wolverhampton x Manchester United, jogo do Campeonato Inglês Imagem: Darren Staples / AFP O Wolverhampton aceitou a proposta de 25 milhões de euros do Palmeiras por Jhon Arias. O Fluminense, que vendeu o atleta por 17 milhões de euros, precisa decidir hoje se exerce sua cláusula de preferência e cobre a oferta alviverde para repatriar o colombiano ou aceita que ele volte para defender um rival nacional. O clube de Leila Pereira também está de olho em Nino, excelente zagueiro que o Tricolor vendeu para o Zenit. Sim, é preciso debater se vale a pena investir tanto em nomes que "não deram certo" lá fora. Sim, é preciso debater se não há opções melhores por centenas de milhões de reais e as reais lacunas de cada grupo. Sim, é preciso debater se faz sentido pagar 25 em quem você vendeu por 17 seis meses atrás, para não reforçar um adversário direto. A questão que tantas vezes passa batida nessas discussões do mercado da bola, porém, é: o que o jogador quer? Juca Kfouri A Nação não aprendeu com a Fiel e vaiou o Flamengo Casagrande Torcida perde a paciência com o futebol chato do Fla Josias de Souza Pesquisa sinaliza desejo de mudança do eleitorado Sakamoto É ano eleitoral e o fim da escala 6x1 vem aí Diante de 25 milhões de euros, Arias prefere o Fluminense, com quem já declarou ter uma dívida de gratidão, ou integrar o segundo elenco mais poderoso do Brasil (ao menos no papel)? Há frustração em retornar ao mesmo lugar sem completar sequer uma temporada na liga inglesa, participando da medonha campanha do Wolves? E Nino, outro dos pilares fundamentais da Libertadores tricolor, quer sair do exílio russo de volta para casa ou gostaria de conhecer novos ares, formar uma dupla fortíssima com Gustavo Gómez? A família quer morar em Wolverhampton, São Petersburgo, Rio de Janeiro ou São Paulo? Ter mais ou menos chance — teórica — de título nesta temporada faz diferença? E o perfil dos treinadores? Chances de disputar a Copa do Mundo? São inúmeros fatores, muitos dos quais desconhecemos, que deveriam pesar nessa balança. Até mais do que o balanço dos clubes, o câmbio do dia e o planejamento das comissões técnicas. Mas parece ser mais divertido esquecer que jogador de futebol também é gente — e que trabalhar com vontade é peça fundamental não só para a felicidade como para o desempenho de qualquer profissional. Siga Alicia Klein no Instagram Se inscreva no canal de Alicia Klein e Milly Lacombe no YouTube Assine a newsletter da Alicia Klein Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Alicia Klein por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Assista ao golaço de Endrick, herói do Lyon em vitória na Copa da França Brasileirão: assista aos gols das 6 partidas de quarta-feira pela 2ª rodada El Cid: Chefe do PCC suspeito de planejar sequestro de Moro é preso no CE Sem Neymar, Santos empata com São Paulo na Vila sob protestos da torcida Grêmio vira sobre Botafogo e vence jogo de 8 gols com show de centroavante