O superintendente geral do São Paulo, Márcio Carlomagno, negou envolvimento financeiro em um esquema de exploração irregular de um camarote no Morumbi. Ele afirmou que seu nome foi usado indevidamente como pressão e que a diretora feminina, Mara Casares, comercializou ingressos sem autorização. O clube abriu procedimentos internos para apurar os fatos.