O coordenador da base do Palmeiras, João Paulo Sampaio, explicou o afastamento do time sub-17, citando a necessidade de o clube não ser refém de atletas jovens. Ele ressaltou que os jogadores, com seus staffs e empresários, se tornaram 'empresas dentro do vestiário', e que o Palmeiras é a principal empresa a ser respeitada. A medida visou formar os jovens como homens, não apenas como atletas, ensinando sobre renúncias e o sacrifício necessário no esporte.