Estudos científicos recentes revelam que a paixão pelo futebol ativa áreas cerebrais ligadas ao apego emocional e ao pertencimento, comparáveis a vínculos familiares. As pesquisas lideradas pelo neurocientista Tiago Bortolini indicam que torcer para um time mexe com a identidade social, explicando tanto a solidariedade quanto a violência entre torcedores.