O Maracanã apresentou o novo gramado que será instalado no estádio em 2027, trocando a espécie 'Bermuda Celebration' pela 'Celebration Hybrid', considerada mais resistente. A mudança será feita após o fim do Campeonato Brasileiro e afeta o 'Jogo das Estrelas'. O estádio justifica a troca pela queda de qualidade do campo em 2026, que sofreu críticas de jogadores de Flamengo e Fluminense.
O Consórcio Fla-Flu anunciou a troca do gramado do Maracanã para 2027, substituindo a 'Bermuda Celebration' pelo modelo mais moderno 'Celebration Hybrid'. A mudança visa permitir que Flamengo e Fluminense mandem todos os seus jogos no estádio em 2027, além de receber nove partidas da Copa do Mundo Feminina. O gramado atual foi alvo de críticas ao longo da temporada, incluindo reclamações públicas do meia Arrascaeta.
Pedrinho, presidente do Vasco, negou ter pedido para jogar a volta da semifinal da Copa do Brasil no Maracanã e disse se surpreender com o comunicado do Consórcio Fla-Flu oferecendo o estádio. O dirigente acusou Flamengo e Fluminense de agirem com segundas intenções, lembrando as negativas anteriores em disputa judicial pelo uso do Maracanã. A partida de volta contra o Palmeiras está marcada para 8 de novembro em São Januário.
O presidente do Vasco, Pedrinho, criticou duramente o Consórcio Fla-Flu, administrador do Maracanã, após a empresa oferecer publicamente o estádio para a semifinal da Copa do Brasil contra o Palmeiras. O dirigente lembrou que um pedido semelhante havia sido negado um mês antes e afirmou que não fará nova solicitação, mantendo São Januário como sede do confronto. Pedrinho ainda questionou as intenções do consórcio e cobrou reciprocidade na relação.
O presidente do Vasco, Pedrinho, demonstrou desconfiança com a postura do Consórcio Fla-Flu após o comunicado que colocou o Maracanã à disposição do clube para o jogo de volta da semifinal da Copa do Brasil contra o Palmeiras. O dirigente afirmou que não fez qualquer pedido para usar o estádio, já que o Vasco tinha autorização para mandar a partida em São Januário. A relação entre o clube e os administradores do Maracanã já havia se estremecido, com o Vasco recorrendo à Justiça para enfrentar o Boca Juniors na Copa Sul-Americana.
O presidente da Assembleia Geral do Vasco, Alan Belaciano, questionou publicamente os interesses por trás da oferta do Consórcio Fla-Flu de disponibilizar o Maracanã para o jogo contra o Palmeiras, pela volta da semifinal da Copa do Brasil. O dirigente citou a projeção de 77 partidas anuais no estádio em 2026, com Flamengo e Fluminense responsáveis por cinco jogos previstos até o momento. Apesar da oferta, o Vasco mantém São Januário como palco do confronto, que terá capacidade ampliada para 24.155 pessoas.
O Vasco foi surpreendido pela rapidez do comunicado do Consórcio Fla-Flu, que disponibilizou o Maracanã para o jogo de volta das semifinais da Copa do Brasil contra o Palmeiras, em 8 de novembro. Mesmo assim, o clube pretende manter o mando em São Januário, opção preferida por jogadores, comissão técnica e diretoria. O Vasco negocia com a Polícia Militar e o Ministério Público para ampliar a capacidade do estádio para cerca de 25 mil lugares.
O Consórcio Fla-Flu, administrador do Maracanã, comunicou que o estádio está disponível para o Vasco disputar a semifinal da Copa do Brasil contra o Palmeiras, marcada para 8 de novembro. Mesmo com a liberação, a tendência é que o Vasco mantenha o jogo em São Januário, aguardando liberação de cerca de 25 mil torcedores junto à Polícia Militar. A decisão final sobre o local da partida cabe ao Vasco e à CBF.
O Consórcio Fla-Flu informou ao Vasco que o Maracanã está disponível para receber o duelo contra o Palmeiras, válido pela semifinal da Copa do Brasil, e agora cabe ao clube decidir entre São Januário e o estádio. A liberação foi viabilizada pela ausência de conflitos de datas com Flamengo e Fluminense e pelas boas condições do gramado. A reportagem também retoma as divergências e disputas judiciais recentes entre o Vasco e a administração do Maracanã.
O Vasco decidiu manter São Januário como sede do jogo de volta contra o Palmeiras, pela semifinal da Copa do Brasil, mesmo com o Maracanã tendo sido oferecido pelo Consórcio Fla-Flu. A diretoria cruz-maltina avalia que o estádio da Colina Histórica atende aos requisitos necessários, cenário diferente do vivido na semifinal da Copa Sul-Americana contra o Boca Juniors, quando precisou trocar de local por exigência da Conmebol.
O Vasco decidiu manter a partida de volta das semifinais da Copa do Brasil contra o Palmeiras, no dia 8 de novembro, em São Januário, recusando a oferta do consórcio Fla-Flu para jogar no Maracanã. A diretoria interpretou a proposta como uma possível 'isca' jurídica, semelhante ao episódio vivido contra o Boca Juniors na Copa Sul-Americana. O clube negocia ampliar a capacidade de São Januário para cerca de 30 mil lugares, com aval do Corpo de Bombeiros e apoio da CBF e da Ferj.
O Consórcio Fla-Flu, administrador do Maracanã, estimou em R$ 300 mil os prejuízos causados por torcedores de Vasco e Boca Juniors após a partida pela semifinal da Copa Sudamericana 2026. A vistoria identificou 489 cadeiras danificadas, além de vasos sanitários, bebedouros e outros itens destruídos. O Flamengo, que divide a administração do estádio, classificou os atos como vandalismo e informou que buscará o ressarcimento integral dos danos.
Pedrinho, presidente do Vasco da Gama, recebeu alta hospitalar após dois dias internado por celulite facial. Ele não pôde acompanhar a eliminação do Vasco na semifinal da Copa Sul-Americana contra o Boca Juniors. O artigo também traz contexto sobre a batalha judicial pelo Maracanã e menciona caso anterior do atacante David com a mesma doença.
O Consórcio Fla-Flu, administrador do Maracanã, estimou prejuízo de mais de R$ 300 mil em cadeiras e itens quebrados após os danos causados na partida entre Vasco e Boca Juniors, pela semifinal da Sul-Americana. O Flamengo classificou os episódios como vandalismo, e o estádio não conseguiu concluir todos os reparos a tempo de receber Flamengo x Estudiantes pela Libertadores. A matéria também menciona a batalha judicial para autorizar o uso do Maracanã pelo Vasco.
O Flamengo acusou torcedores do Vasco de praticarem atos de vandalismo no Maracanã durante a partida contra o Boca Juniors, válida pela semifinal da Copa Sul-Americana. Segundo nota do clube, centenas de cadeiras foram quebradas e várias estruturas do estádio foram depredadas. A administração do estádio trabalha para reparar os danos antes do jogo entre Flamengo e Estudiantes pela Libertadores.
Por Pedro Henrique Torre e Pedro Ivo Almeida em 2026-10-21
O Maracanã foi depredado após a eliminação do Vasco da Gama para o Boca Juniors na semifinal da CONMEBOL Sul-Americana, com centenas de cadeiras quebradas, banheiros e bares vandalizados. O Consórcio Fla-Flu, responsável pela administração do estádio, calcula o prejuízo financeiro e mobilizou uma força-tarefa para concluir os reparos até o jogo entre Flamengo e Estudiantes, pela semifinal da Libertadores. O Flamengo classificou os episódios como atos de vandalismo inaceitáveis praticados por uma parcela dos torcedores.
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro confirmou, por decisão unânime de 25 desembargadores, que o jogo entre Vasco e Boca Juniors pela Sul-Americana será disputado no Maracanã. A decisão encerra três semanas de litígios entre o Vasco e o Consórcio Fla-Flu, administrador do estádio. Cerca de 70 mil ingressos já foram vendidos para a partida de volta, após vitória vascaína por 1 a 0 em La Bombonera.
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decidiu por unanimidade derrubar a liminar do Consórcio Fla-Flu, confirmando a realização de Vasco x Boca Juniors no Maracanã pela volta da semifinal da Sul-Americana. O Vasco chega ao jogo de vantagem após vencer por 1 a 0 na Bombonera e precisa apenas de um empate para se classificar à final. A disputa judicial durou cerca de três semanas e os ingressos para o confronto já estão esgotados.
O artigo relata os bastidores da disputa jurídica e institucional pela realização de Vasco x Boca Juniors no Maracanã, pela volta da semifinal da Copa Sul-Americana. O Vasco enfrentou a resistência do Consórcio Fla-Flu, administrador do estádio, e mobilizou o Governo do RJ, o Ministério Público, a Polícia Militar e a Justiça. Após liminares derrubadas no TJ-RJ e pedido negado no STJ, o jogo foi mantido no Maracanã.
O presidente do STJ, ministro Luis Felipe Salomão, rejeitou o pedido do Consórcio Fla-Flu para suspender a partida entre Vasco e Boca Juniors no Maracanã. Com a decisão, o jogo de volta da semifinal da Sul-Americana, marcado para terça-feira (20), permanece no estádio. Na ida, o Vasco venceu o Boca por 1 a 0 na Bombonera.