O artigo analisa a coletiva de imprensa do gerente geral do Sport, Enrico Ambrogini, após a queda do clube para a Série B. A autora critica o discurso do dirigente, considerado desastroso e repleto de linguagem corporativa vazia, misógina e machista, revelando a falta de preparo e a incapacidade de assumir responsabilidades pelo fracasso.