A Justiça do Trabalho do Rio Grande do Norte rejeitou a acusação de que Ronaldinho Gaúcho seria sócio oculto da 18K Ronaldinho, empresa de relógios investigada por pirâmide financeira. A sentença definiu que o ex-jogador apenas cedeu licenciamento de imagem, sem poder de gestão, e atribuiu a administração de fato das empresas ao empresário Marcelo Lara Marcelino. As empresas e o sócio de fachada autor da ação foram condenados solidariamente a pagar cerca de R$ 1,7 milhão.