O técnico Abel Braga abordou uma fala considerada homofóbica durante sua apresentação no Internacional, onde comentou sobre a cor rosa do uniforme de treino. Ele relembrou a morte de seu filho para se defender, afirmando que quem perde um filho não é homofóbico e admitiu ter sido 'juvenil' ao repercutir o tema. Abel pediu que o assunto não fosse mais ventilado nas coletivas.