O artigo analisa a contratação de Clarence Seedorf pelo Corinthians, que chega a um ponto da zona de rebaixamento do Brasileirão após demitir Fernando Diniz. O colunista destaca a contradição entre o currículo gigante de jogador e o modesto histórico de treinador do holandês, sete anos afastado das funções. Avalia a filosofia tática de Seedorf, o potencial benefício para Memphis Depay e os riscos de uma aposta de alto risco para um clube sem margem de erro.