A matéria celebra os 85 anos de Gérson, o "Canhotinha de Ouro", relembrando sua importância como o "cérebro" da Seleção Brasileira de 1970. O texto destaca sua visão de jogo, lançamentos precisos e contribuições para os clubes por onde passou, como Flamengo, Botafogo, São Paulo e Fluminense, e expressa o desejo por mais jogadores com suas qualidades no futebol atual.
O artigo critica a falta de repertório tático de Abel Ferreira no Palmeiras, especialmente na final da Libertadores. Mauro Cezar Pereira argumenta que, apesar de bons resultados passados, o time regrediu, com excesso de lançamentos longos e pouca variação tática, desvalorizando o potencial dos jogadores contratados.