O artigo explora a histórica devoção entre o Flamengo e São Judas Tadeu, padroeiro das causas impossíveis, que se tornou parte da cultura rubro-negra desde os anos 1950. A matéria narra o tricampeonato Carioca de 1953-1955 atribuído à bênção do santo, a famosa frase de Apolinho na decisão de 2001 e a lei que instituiu 28 de outubro como Dia do Flamenguista. Trata-se de uma retrospectiva cultural em homenagem ao santo padroeiro do clube.