Coluna de opinião que parte do resultado das eleições brasileiras para refletir sobre a cultura de julgamento no futebol, em que decisões de gestão são avaliadas apenas pelos resultados imediatos. O autor defende que vitórias não absolvem erros e derrotas não invalidam escolhas fundamentadas, distinguindo princípios de opiniões e convicções de teimosia. O texto aborda a coerência como compromisso incômodo de quem ocupa posições de liderança no futebol.
Ruy Cabeção deixou o cargo de coordenador técnico do Botafogo-PB menos de dois meses após sua nomeação. A saída ocorreu após a conquista do Campeonato Paraibano de 2026, com o profissional citando divergências de princípios como motivo. Ele destacou sua contribuição para a reconstrução do clube e a conquista do título.