Coluna reflexiva sobre a imprevisibilidade do futebol e a tendência humana de buscar explicações para resultados que ninguém conseguiu prever. O autor utiliza o conceito psicológico de realismo ingênuo para discutir como profissionais da área devem lidar com a incerteza, separando a qualidade das decisões dos resultados obtidos. A tese central é que o futebol acontece no presente e que convicção significa sustentar princípios sem garantia de resultado.