O Mirassol completa quase um ano sem utilizar seu uniforme 2, a camisa branca. Essa ausência se estende por 49 jogos, com a equipe priorizando a camisa amarela. A última vez que a camisa branca foi utilizada foi em fevereiro de 2025, contra o Velo Clube. A mudança para o amarelo como cor principal remonta a 2007, motivada por superstição do técnico Luiz Carlos Martins e pelo desejo de diferenciação.
O Corinthians utilizou um uniforme totalmente branco em uma partida da Copa do Brasil por superstição, relembrando a vitória sobre o Vasco no Mundial de Clubes de 2000. Essa escolha foi acordada com o Vasco, que considera seu uniforme preto como principal atualmente.
O colunista Juca Kfouri explora a superstição em torno do grupo em que a Seleção Brasileira estará na Copa do Mundo de 2026. Ele aponta que o Brasil esteve no Grupo C ou 3 em todas as suas conquistas de Copa do Mundo, mas ressalta que isso não tem significado estatístico ou prático.
O artigo analisa a coincidência de confrontos entre Brasil e Escócia em Copas do Mundo, destacando que em todas as quatro ocasiões anteriores, o Brasil não conquistou o título. A matéria explora as derrotas traumáticas em 1974, 1982, 1990 e 1998, questionando se o novo encontro em 2026 seria um mau agouro ou um tabu a ser quebrado.
O artigo narra histórias emocionantes de torcedores do Botafogo sobre a conquista da Libertadores de 2024, detalhando sacrifícios pessoais, superstições e perrengues para assistir à partida. As narrativas mostram a profunda devoção dos fãs pelo clube, mesmo em momentos de dificuldade pessoal ou logística.
O Flamengo busca o tetracampeonato da Libertadores em Lima, replicando a atmosfera e rituais da final vitoriosa de 2019 contra o River Plate. A estratégia envolve desde a logística da delegação até as manias da torcida e da diretoria para atrair boa sorte.
Um piloto, Antônio Carvalho, conhecido por levar a delegação do Palmeiras em finais anteriores, é o responsável pelo transporte da equipe para a final da Libertadores de 2025 em Lima. A escolha do piloto é vista como um fator de superstição por parte dos torcedores, que acreditam que sua presença pode trazer sorte ao time.