O artigo discute a incoerência do movimento esportivo internacional em relação às sanções impostas à Rússia após a invasão da Ucrânia. Argumenta que a seletividade na aplicação de punições, baseada em interesses geopolíticos do 'Norte Global', compromete a credibilidade do esporte. Propõe a Trégua Olímpica como um critério objetivo e universal para sanções, visando equidade e desvinculando o esporte da política externa.