A jornalista Joanna de Assis afirma que a CBF não deve confrontar a Conmebol no caso da licença de Seedorf no Corinthians e tende a seguir o que a entidade sul-americana decidir. O Corinthians enviou documentos extras para recorrer da decisão, mas a exigência de três anos como treinador principal permanece. Caso a proibição se confirme, a alternativa seria Seedorf atuar apenas como auxiliar, sentado no banco.