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Análise dos Times

Ira

Motivo: O artigo analisa a participação do Irã na Copa, focando nas complicações geopolíticas e na necessidade de realocação de jogos para sua participação ser viável, sem demonstrar viés direto a favor ou contra a seleção em si.

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Motivo: O artigo aborda os Estados Unidos como uma das sedes da Copa e como país com tensões geopolíticas com o Irã, influenciando a análise da participação iraniana, mas sem expressar viés favorável ou contrário à seleção americana.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

mexico fifa egito estados unidos canada copa do mundo 2026 ira donald trump belgica nova zelândia

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Para salvar a Copa-2026, Fifa precisa levar jogos do Irã para fora dos EUA Rafael Reis Colunista do UOL 01/03/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Presidente da Fifa tem uma relação das mais próximas com Donald Trump, dos EUA Imagem: BRENDAN SMIALOWSKI/AFP Um mês e meio atrás, escrevi aqui neste mesmo espaço que já estava ficando quase impossível acreditar que o Irã teria condições de participar normalmente da Copa do Mundo-2026 . Desde então, a presença persa no torneio ficou umas 500 vezes mais complicada. Afinal, se lá atrás, as agressões entre o país dos aiatolás e os Estados Unidos, principal sede da competição prevista mais o meio deste ano, eram exclusivamente verbais, agora elas evoluíram para bombardeios. É diante desse cenário de guerra, que ninguém sabe quais rumos irá tomar e quanto tempo irá durar, que a Fifa será forçada a agir para assegurar uma competição minimamente dentro da normalidade. Juca Kfouri Novorizontino castiga nova má atuação do Corinthians Vinicius Torres Freire Terror e negociata são os objetivos de Trump Josias de Souza Língua de Haddad assume candidatura Amanda Cotrim Reforma trabalhista na Argentina aprofunda crise Nesse momento, a única arma da qual a entidade dispõe para tentar preservar um Mundial com a presença de todas as seleções classificadas dentro de campo é retirar os jogos do Irã dos EUA e transferi-los para Canadá ou México, as duas outras sedes do torneio. Pelo sorteio realizado no final do ano passado, todas as partidas iranianas na fase de grupos estão previstas para o território norte-americano: a seleção asiática joga duas vezes na região de Los Angeles (contra Nova Zelândia e Bélgica) e depois vai a Seattle encarar o Egito. Os possíveis chaveamentos dos persas no caso de uma eventual classificação para os mata-matas também preveem 100% dos compromissos nos EUA . Mas, sejamos francos, é difícil de imaginar que eles consigam avançar além das oitavas de final. É verdade também que manipular a tabela da Copa-2026 para ajudar na participação do Irã traria problemas de ordem econômica e logística para Fifa, outras seleções e mesmo torcedores que já estão se organizando para acompanhar a competição. Mas os danos de ter um Mundial com uma equipe a menos (e consequentemente três partidas canceladas) ou com uma equipe convidada de última hora para tapar buraco seriam muito mais expressivos. Mesmo que essa seja uma guerra de tiro curto e termine já nos próximos dias, ela deixará muitos mortos e cicatrizes abertas que inviabilizaram uma participação "normal" do Irã na Copa. Continua após a publicidade Relacionadas Após início fulminante, Lyon agora acende 'sinal amarelo' para Endrick Como Vini Jr. saiu da sombra de Mbappé e recuperou protagonismo no Real Top 10 de brasileiros mais caros da história tem 6 candidatos à Copa-2026 Ainda que os EUA tenham sucesso no seu desejo de provocar uma mudança de regime no Irã, boa parte da população continuará considerando Donald Trump e seus compatriotas como inimigos mortais. E isso inclui jogadores que teriam de viajar à América para disputar o torneio. Ou seja, simplesmente ficar sentada esperando ver o que acontece não deveria ser uma opção para a Fifa. Afinal, o que está em jogo é simplesmente aquele que é o seu maior produto. Irã na Copa A Copa-2026 é a sétima edição do torneio de futebol mais importante do planeta para a qual o Irã consegue se classificar, a quarta consecutiva. A seleção asiática jamais ultrapassou fase de grupos e venceu só obteve três vitórias até hoje, uma delas curiosamente contra os Estados Unidos, em 1998, confronto que ficou conhecido como "jogo da paz" dada a inimizade que já existia entre os dois países na época -também ganhou de Marrocos, em 2018, e de Gales, no Mundial passado. Desta vez, os iranianos estão no Grupo G da competição. Eles estreiam contra a Nova Zelândia e na sequência enfrentam Bélgica e Egito. Continua após a publicidade A maior Copa de todas A Copa-2026 será a mais grandiosa já realizada. Pela primeira vez na história, terá seus jogos espalhados por três países diferentes. Também estabelecerá novos recordes de número de seleções participantes (48, contra 32 dos últimos sete Mundiais), jogadores inscritos (a tendência é que passem de 1.200) e partidas disputadas (104). O pontapé inicial do torneio está marcado para 11 de junho e será dado no estádio Azteca, na Cidade do México, com a partida entre a seleção da casa e a África do Sul. Já a final, será nos EUA, em Nova Jérsei, no dia 19 de julho. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Rafael Reis por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Pedra misteriosa expõe segredo de 2.000 anos e ligação com 2ª Guerra Trump ameaça atacar Irã 'com força nunca antes vista' em caso de retaliação Sem Khamenei, quem assumirá o cargo de líder supremo do Irã? 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