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Análise dos Times

Brasil

Principal

Motivo: O artigo descreve o Brasil como não sendo o favorito de outrora, mas ainda assim um adversário temido. Há uma análise detalhada do time e jogadores, indicando um certo otimismo com o potencial.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Motivo: Destaca o número 'assombroso' de vitórias e a condição de candidata ao título, com menção explícita à conquista anterior e aos talentos presentes.

Viés da Menção (Score: 0.7)

Motivo: Afirma que Portugal tem talento, experiência e muita confiança, sendo candidato ao título. A menção ao título da Liga das Nações reforça essa visão positiva.

Viés da Menção (Score: 0.8)

Motivo: Considera a Espanha a 'melhor seleção do planeta neste momento', citando a invencibilidade e o talento de Lamine Yamal como motivos para acreditar.

Viés da Menção (Score: 0.9)

Motivo: Aponta que a França é forte e disputa todos os títulos sempre, sendo suficiente ter Mbappé para acreditar no tricampeonato, embora a equipe já tenha vivido momentos mais fortes.

Viés da Menção (Score: 0.7)

Motivo: Descreve a Inglaterra como 'nunca pareceu tão forte para brigar pelo troféu', com um técnico estrangeiro e jogadores como Harry Kane e Jude Bellingham.

Viés da Menção (Score: 0.8)

Motivo: Critica a inconsistência de resultados e desempenho, o envelhecimento da geração e problemas de relacionamento com o treinador, concluindo que não está entre as favoritas.

Viés da Menção (Score: -0.5)

Motivo: Menciona a invencibilidade, mas ressalta que só teve um jogo desafiador. Destaca remanescentes e jovens promissores, indicando um time competente, mas sem euforia.

Viés da Menção (Score: 0.2)

Motivo: Apresenta sinais de evolução, com o treinador buscando recuperar a imagem após quedas recentes, indicando que pode chegar forte, mas com a necessidade de evolução.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Palavras-Chave

Entidades Principais

mexico argentina vinicius junior espanha fifa harry kane messi mbappe cristiano ronaldo inglaterra brasil franca portugal gianni infantino ancelotti estados unidos holanda belgica canada didier deschamps julian nagelsmann roberto martinez alemanha mauricio pocchettino

Conteúdo Original

Esporte Futebol O guia completo de todas as seleções no sorteio da Copa do Mundo Do Uol, Washington 05/12/2025 05h30 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Gianni Infantino presidente da Fifa Imagem: Marco Bello - FIFA/FIFA via Getty Images A Copa do Mundo de 2026 será a maior de todos os tempos em quantidade. Já há 42 seleções classificadas, mais 22 disputam as seis vagas restantes. Todas estão detalhadas abaixo, com destaques individuais, sistemas táticos e possibilidades de terem sucesso ou fracasso na Copa. Há cinco países estreantes: Uzbequistão, Haiti, Curaçao, Cabo Verde e Jordânia. Sakamoto Ato de Dino ilustra risco de impeachment no STF Reinaldo Azevedo A liminar e os déspotas pouco esclarecidos Casagrande Filipe Luís e a reinvenção dos nossos técnicos José Paulo Kupfer Economia ainda pode crescer 2% em 2025 Possibilidade de outras cinco estreias, se vencerem a repescagem: Suriname, Nova Caledônia, Albânia, Kosovo e Macedônia do Norte. Desta vez, o Brasil não é favorito e seria bom evitar pedreiras logo de cara. Não pode enfrentar os três sul-americanos do pote 2, ou seja, Colômbia, Equador e Uruguai. Também não tem chance de enfrentar o Paraguai, por ser da América do Sul. Mas pode cair com a Itália e até mesmo num possível grupo da morte, com dois europeus, como Croácia, de Modric, e Noruega, de Haaland. Abaixo, o guia completo de todas as seleções: Continua após a publicidade CABEÇAS-DE-CHAVE, POTE 1 MÉXICO - GRUPO A O técnico Javier Aguirre vive crise com torcida e imprensa. É o mesmo treinador da Copa do Mundo de 2002, vinte anos depois. Não vence há seis partidas e não tem jogadores de enorme destaque internacional, apesar de veteranos como Edison Álvarez e o centroavante Raúl Jiménez, do Fulham. Time possível (4-4-2): Rangel, Reyes, Montes, Vásquez e Gallardo; Erick Sánchez, Édison Álvarez e Marcel Ruiz; Alvarado, Raúl Jiménez e Lozano. CANADÁ - GRUPO B Jesse Marsch é técnico norte-americano, criado pela Red Bull. Trabalhou No Salzburg, no Leipzig e no Leeds United. Está há quatro jogos sem vencer, mas tem tido o desfalque do lateral e ponta AlphonsO Davies. A seleção anfitriã tem na defesa sua força, mas atacantes importantes, como Jonathan David, da Juventus, e Oluwaseyi, do Villarreal. Time possível (4-4-2) - Dayne, Johnston, De Fougeroiles, Derek e Laryea; Buchanan, Sigur, Choiniere e Shaffelburg; Jonathan David e Oluwaseyi. ESTADOS UNIDOS - GRUPO D Continua após a publicidade Dirigido pelo argentino Mauricio Pocchettino há 22 partidas, não perdeu as últimas cinco. Tem jogadores conhecidos na Europa, como o lateral Dest, ex-Barcelona, hoje no PSV, e o meia Reyna, do Borussia Moechengladbach. Prepara-se para tentar sua primeira semifinal desde 1930. Pode conseguir. Time possível (3-4-2-1) - Freese, Freeman, McKenzie e Trusty; Dest, Morris, Berhalter e Tolkin; Tillman e Luna; Haji Wright. OS CABEÇAS-DE-CHAVE NÃO ANFITRIÕES BRASIL Ninguém teme o Brasil como no passado, mas ninguém gostaria de enfrentar. Em 2026, foram dez partidas, com cinco vitórias. Com Ancelotti, quatro destes triunfos, dois empates e duas derrotas. Não é um time formado e isto é ruim. Mas há uma série de talentos que podem se tornar protagonistas da Copa. Casos de Vinicius Júnior, Rodrygo, Raphinha e Estêvão. Time base (4-2-3-1): Alisson, Militão, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Alex Sandro; Casemiro e Bruno Guimarães; Estêvão, Raphinha e Rodrygo; Vinicius Júnior. ARGENTINA Desde a Copa do Mundo conquistada no Qatar, a Argentina disputou 41 jogos, ganhou 32, com 5 empates e apenas 4 derrotas. O número é assombroso. Mas há dois times, neste momento, um montado para Messi e outro quando não se pode contar com ele. Os dois são competitivos, ambos têm talentos, mas um perde em experiência e outro libera um jogador das funções defensivas, mesmo que seja por motivos justo. É candidato ao quarto troféu. Time possível: Dibu Martínez, Montiel, Romero, Otamendi e Tagliafico; Giuliano Simeone, Enzo Fernández, MacAllister e Lo Celso; Messi e Julián Álvarez. Continua após a publicidade PORTUGAL Roberto Martínez era criticado e cotado para perder seu lugar, ideia sepultada depois do título da Liga das Nações, conquistado contra a Espanha. Portugal tem talento, experiência, um artilheiro perto do milésimo gol e muita confiança, o que faltou no passado. É candidato ao título. Nesta temporada, disputou 12 partidas, empatou duas, perdeu da Irlanda e da Dinamarca e venceu 8, incluindo duelo contra a Alemanha, em Munique. Time possível (4-2-3-1) - Diogo Costa, Semedo, Ruben Dias, Renato Veiga e João Cancelo; Vitinha e João Neves; Bernardo Silva, Bruno Fernandes e Rafael Leão; Cristiano Ronaldo. ESPANHA Um motivo para acreditar na Espanha do técnico Luis de la Fuente bicampeã mundial é o time que não perde há 26 jogos, desde um amistoso contra a Colômbia, em março de 2024. Outro se chama Lamine Yamal. A Espanha tem talento, equipe, forma clara de jogar. É a melhor seleção do planeta neste momento. Time possível (4-3-3) - Unai Simón, Marcos Llorente, Cubarsí, Laporte e Cucurella; Aleix Garcia, Mikel Merino e Fabián Ruiz; Lamine Yamal, Oyarzábal e Dani Olmo. FRANÇA A França trabalha para ser uma seleção forte e disputar todos os títulos sempre. Não há federação nacional tão consciente de sua missão quanto a francesa, neste aspecto. E tem Mbappé. Suficiente para acreditar no terceiro título mundial. Mas a equipe já viveu períodos mais fortes com o técnico Didier Deschamps. Neste ano, disputou 11 partidas, ganhou 7, empatou 2, perdeu da Espanha e da Croácia. Precisa se fortalecer até o início da Copa. Time possível (4-2-3-1) - Maignan, Koundé, Saliba, Upamecano e Theo Hernández; Olise, Kanté, Koné e Coman; Ekitiké e Mbappé. Continua após a publicidade INGLATERRA Em 10 jogos nesta temporada, os ingleses ganharam 9 e perderam para Senegal, em casa. Nunca pareceu tão forte para brigar pelo troféu, nem em 2018, quando chegou às semifinais após 28 anos. Como o Brasil, aposta num técnico estrangeiro, Thomas Tuchel, até porque os nativos não conquistam o Campeonato Inglês desde Howard Wilkinson, em 1992. Harry Kane é sempre candidato a artilheiro. Jude Bellingham, candidato a craque do torneio. Time possível (4-3-3) - Pickford, Reece James, Konsa, Stones e O'Reilly; Rice e Elliott Anderson; Saka, Foden e Rashford; Harry Kane. BÉLGICA Invicta há nove partidas, perdeu uma em 2025, para a Ucrânia, na disputa do rebaixamento da Liga das Nações. Mas tem empates estranhos, resultados inconsistentes, desempenho idem. Sua geração envelheceu e o treinador francês Rudi Garcia costuma ter problemas de relacionamento em suas equipes. Além disso, em 2022, a Bélgica já desapontou e caiu na fase de grupos, atrás de Croácia e Marrocos. Não está entre as favoritas. Time possível (4-2-3-1) - Courtois, Meunier, Debaste, Theate e De Cuyper; Raskin e Onana; Doku, De Bruyne e Trossard; De Ketelaere. HOLANDA A seleção de Memphis Depay está invicta há 12 jogos, desde que caiu contra a Alemanha, em 2024. Mas só teve um jogo desafiador neste período, o empate contra a Espanha por 2 a 2. Verdade que venceu e empatou com a Polônia e ganhou sete destas partidas. O time do técnico Ronald Koeman tem remanescentes da campanha em que caiu contra a Argentina, nos pênaltis, nas quartas de final de 2022. Gente como Memphis e Frenkie De Jong. Também jovens promissores como Luciano Valente, do Feyenoord, e Emegha, do Strasbourg. Time possível (4-3-3) - Verbruggen, Jurrien Timber, De Ligt, Van Dijk e Aké; Reijnders, Frenkie De Jong e Xavi Simons; Malren, Memphis Depay e Gakpo. Continua após a publicidade ALEMANHA Julian Nagelsmann é somente o 12º técnico da história da seleção alemã em mais de cem anos de história. Tem 29 partidas e seis derrotas, três delas em 2025, contra França, Portugal e Eslováquia. Seu time dá sinais de evolução e pode chegar forte à Copa do Mundo. Precisa recuperar sua imagem. Depois da conquista de 2014, no Maracanã, caiu duas vezes na fase de grupos das Copas, em 2018 e 2022. Time possível (4-2-3-1) - Baumann, Kimmich, Tah, Schlotterbeck e Raum; Pavlovic e Goretzka; Sané, Gnabry e Wirtz; Woltemade. Técnico: Julian Nagelsmann POTE 2 CROÁCIA Zlatko Dalic chegou ao Mundial de 2018 como um técnico iniciante, que levou a Croácia a sua primeira decisão. Perdeu para a França e chegou às semifinais quatro anos depois, terceiro colocado no Qatar. Hoje, seu time parece envelhecido, ainda dependente do brilho de Modric, agora no Milan, Kramaric e Perisic. De qualquer maneira, a experiência em Copas é um argumento forte para evitar enfrentar os croatas no meio da campanha. Foi semifinalista da Liga das Nações e ficou invicta em 2025. Time possível (4-2-3-1) - Livakovic, Jakic, Sutalo, Caleta Car e Stanisic; Sucic e Modric; Pasalic, Kramaric e Perisic; Ivanovic. ÁUSTRIA Continua após a publicidade A velha Áustria teve jogadores fantásticos. Mathias Sindelar, semifinalista em 1934. Mais recentemente, Schachner e Prohaska, nas Copas de 1978 e 1982. Não joga desde 1998 e volta com o trabalho da Red Bull e de um se deus grandes pensadores: o técnico Ralf Rangnick. Com ele, 16 vitórias e 7 derrotas em 27 partidas. Jogadores experientes, como Laimer, do Bayern, Danso, do Tottenham, Alaba, do Real Madrid, e Arnautovic, ex-Internazionale. Time possível (4-2-3-1) - Schlager, Laimer, Lienhardt, Danso e Mwene; Seiwald e Schlager; Wimme, Baugartner e Sabitzer; Arnautovic. JAPÃO A vitória sobre o Brasil, de Carlo Ancelotti, registrou a primeira virada da seleção brasileira sofrida depois de abrir 2 a 0 no marcador. O Japão tem a manutenção do trabalho de Hajime Moriyasu e a confiança de quem quase avançou às quartas-de-final nos dois últimos mundiais. Em 2018, caiu contra a Bélgica por 3 a 2, de virada. Em 2022, perdeu da Croácia, nos pênaltis. Nas duas vezes, poderia ter enfrentado o Brasil nas quartas. Atenção a Doan, do Eintracht Frankfurt. Time possível (4-2-3-1) - Zion Suzuki, Watanabe, Taniguchi e Jannosuke Suzuki; Doan, Sano, Kamada e Nakamura; Kubo e Minamino; Ueda. MARROCOS Chega credenciado pela campanha extraordinária, quarto lugar em 2022, e pelo recente título mundial sub-20. Em 44 jogos sob o comando de Vahid Regragui, só perdeu quatro. São 32 vitórias e oito empates. Tem jogadores formados na Europa, como Hakimi, canterano do Real Madrid, hoje no Paris Saint-Germain. Também Brahim Díaz, novo camisa 10, do elenco duas vezes campeão da Champions League pelo Real Madrid. Sonha ser campeão mundial e não é porque o sonho é livre. Time possível (4-3-3) - Bounou, Hakimi, El Yamiq, Aguerd e El Karouanu; Sabari, El Aynaoui e Bem Seghir; Brahim Díaz, Igmané e Abdé. IRÃ Continua após a publicidade Jogará sua sexta Copa do Mundo e a quarta consecutiva. Credenciado por jogadores especiais, como Taremi, vice-campeão da Champions pela Internazionale, mas sem encontros contra seleções do primeiro escalão do planeta desde que enfrentou Inglaterra e Estados Unidos, na Copa do Qatar, em 2022. Jogo defensivo sólido. Não parece capaz de avançar de fase, a não ser que dê sorte no sorteio. Time possível (4-2-3-1) - Bairanvand, Khalizadaeh, Mohammadi, Ezatolah e Ghoddoos; Hardani e Hashemnejad; Alpour, Taremi e Hosseini; Amirhossein. Técnico: Amir Ghalenoei COREIA DO SUL Teve 8 vitórias em 11 jogos neste ano e perdeu só para Brasil e Japão. Ou seja, para os adversários mais difíceis. Mas vem de classificação para as oitavas-de-final em 2022 e mantém o técnico Hong Myung Bo, líbero na histórica campanha de 2002, quando chegou às semifinais. Time possível (4-2-3-1) - Jo, Kim Ju Sung, Kim Jae e Yu Min; Tae Seok, Paik, Hwang e Young Woo; Jae Sung e Lee Kang In; Son. SUÍÇA A segunda colocação no grupo do Brasil, em 2022, foi ofuscada pela goleada por 6 x 1 e eliminação contra Portugal, nas oitavas. Mas a Suíça do técnico Murat Yakin segue seu ofício de tentar ser forte, mesmo sem jogadores especiais. Xhaka, campeão mundial sub-17 em 2009, já está com 33 anos. Rubem Vargas, do Sevilla, pode ser esperança no ataque. O time não perde há dez jogos. Time possível (4-2-3-1) - Kobel, Widmer, Elvedi, Akanji e Ricardo Rodriguez; Xhaka e Aebischer; Rubem Vargas, Rieder e Ndoye; Embolo. SENEGAL Continua após a publicidade Neste ano, o Senegal só perdeu para o Brasil e as 7 vitórias em 9 jogos incluem ganhar da Inglaterra, em Nottingham. Não é pouca coisa. O trabalho de nove anos de Aliou Cissé deixou boa herança para o novo treinador, Pape Thiaw. Em 2022, caiu nas oitavas de final contra a Inglaterra e jogará seu terceiro mundial consecutivo. Time possível (4-2-3-1) - Edouard Mendy, Antoine Mendy, Koulibaly, Niakhate e Jakobs; Idrissa Gueye e Pape Gueye; Ndiaye, Ismaila Sarr e Pape Sarr; Sadio Mané. AUSTRÁLIA Toni Popovic disputou uma única partida de Copa do Mundo, contra o Brasil, em 2006. Era parte do time do treinador holandês Guus Hiddink, de quem herdou a capacidade de gerenciar talentos e buscar o jogo organizado. Hoje busca as oitavas-de-final, como conseguiu quando era jogador (e também na última Copa, eliminada pela Argentina nas oitavas de final). Não parece adversário difícil. Time possível (5-4-1) - Izzo, Italiano, Cicali, Degenek, Burges e Rowles; Metcalfe, O'Neill, Balard e Irankunda; Mohammed Touré. COLÔMBIA Há jogadores conhecidos do futebol brasileiro, ou por jogarem aqui ou por terem passado. Mas o maior talento está no Bayern: Luis Díaz. Oscilou muito no final das eliminatórias e deixou dúvidas sobre sua capacidade competitiva na Copa do Mundo, mas tem organização imposta pelo técnico argentino, Nestor Lorenzo, e muita qualidade no ataque. Dependendo do grupo, pode ir longe. Time possível (4-3-3) - Mier, Muñoz, Davinson Sánchez, Lucumí e Machado; Richard Ríos, Lerma e Jhon Arias; James Rodriguez, Luis Díaz e Carrascal. EQUADOR Continua após a publicidade A segunda colocação nas eliminatórias sul-americanas são um sinal de que boa campanha pode vir na sequência. Também a invencibilidade de 14 jogos. Só que o Equador não emplaca e não se classifica para as oitavas-de-final desde a Copa do Mundo de 2006, na Alemanha. No Qatar, caiu para Senegal e Holanda, no grupo A da fase de grupos. Moisés Caicedo, campeão mundial pelo Chelsea, é o maior talento da equipe de Sebastián Beccacece. Time possível (4-2-3-1) - Valle, Ordoñez, Pacho e Hincapié; Minda, Alan Franco, Moisés Caicedo e Estupiñan; Vite; Plata e Enner Valencia. URUGUAI Três derrotas neste ano e uma goleada sofrida por 5 x 1 para os Estados Unidos parecem um sinal de que o trabalho de Marcelo Bielsa pode estar desgastado. Mas ele segue firme em suas convicções, incluindo a de tirar Canobbio da equipe, depois de problemas particulares entre técnico e jogador. Talentos o Uruguai tem, para tentar chegar às quartas-de-final, mas já foi mais forte no início do trabalho de Bielsa. Em 2022, caiu na fase de grupos, eliminado por Portugal e Coreia do Sul. Time possível (4-3-3) - Rochet, Varela, Sebastián Cáceres, Mathías Olivera e Piquerez; Bentancur, Valverde e De Arrascaeta; Pellistri, Rodrigo Aguirre e Brian Rodriguez. POTE 3 NORUEGA Chega à sua quarta Copa do Mundo com a geração mais talentosa de sua história. Muito mais do que quando tinha Tore Andre Flo e avançou às oitavas de final, em 1998, sua última participação. Stale Solbakken tem Haaland, do Manchester City, e Odegaard, do Arsenal. Também Sorloth, do Atlético de Madrid, e uma capacidade goleadora tão forte a ponto de golear a Itália, em Milão. Invicta há 12 partidas, com 11 vitórias e 1 empate. Time possível - Nyland, Ryerson, Ajer, Heggem e David Wolte; Sorloth, Berg, Berge, Odegaard e Nusa; Haaland. Continua após a publicidade PARAGUAI Volta à Copa do Mundo com gana de repetir a campanha de 2010, quartas-de-final, sua melhor trajetória na história. Para isso, o técnico Gustavo Alfaro chegou e transformou o rumo de uma seleção que parecia condenada à eliminação. São só três derrotas em 16 jogos. Mas precisará de o sorteio ajudá-lo para avançar como fez há 16 anos. Time possível (4-4-2) - Gatito Fernández, Raúl Cáceres, Gustavo Gómez, Alderete e Junior Alonso; Villasanti e Cubas; Diego Gómez, Enciso e Almirón; Sanabria. PANAMÁ Chega à sua segunda Copa do Mundo depois de ter fracassado de modo retumbante na Rússia, 2018, perdendo os três jogos que disputou contra Bélgica, Inglaterra e Tunísia. Sofreu treze gols em três partidas. Agora é dirigido pelo dinamarquês Thomas Christianssen, ex-atacante do Racing Santander, na década de 1990. Em tese, será mero coadjuvante. São doze jogos de invencibilidade, mas jogando apenas contra os médios e fracos da Concacaf. Atenção a Ismael Díaz, do León, do México. Time possível (3-4-2-1) - Mosquera, Harvey, Escobar, Andrade; Blackman, Godoy, Carrasquilla e Davis; Londoño e Ismael Díaz; Waterman. ARGÉLIA É dirigida por Vladimir Petkovic, que enfrentou e empatou com o Brasil pela Suíça, na primeira rodada da Copa do Mundo de 2018. Petkovic tem 29 jogos pela Argélia e só perdeu dois. Pode-se discutir a qualidade dos adversários, mas seu trabalho é consistente desde o tempo em que dirigiu a Lazio, com Hernanes, e ganhou a Copa Itália de 2013. O problema é que os jogadores mais talentosos, Brahimi, 35 anos, e Slimani, 37, já passaram por seus melhores momentos. Há ajustes a fazer até a Copa. Time possível (4-2-3-1) - Yesli, Hataimba, Abada, Ghezala e Baouche; Boukerchaoui e Lekhal; Guitane, Goul e Maziane; Slimani. Continua após a publicidade EGITO Três jogos sem vencer, incluindo amistosos contra a Argélia, dão noção de que os egípcios não estão em seu melhor momento. Também não foram bem na Copa do Mundo de 2018, quando perderam do Uruguai e da Rússia, só empataram com a Arábia Saudita. Mas há Mohammed Salah e a lembrança do Marrocos para ter algum receio de que o Egito faça bom papel. Time possível (4-2-3-1) - El Shenawy, Hani, Hamdy, Rabia e Ibrahim; Koka e Lasheen; Zito, Trezeguet e Adel; Salah. Técnico: Hossam Hassam ESCÓCIA Steve Clarke, velho assistente técnico de José Mourinho no Chelsea, bicampeão inglês em 2005 e 2006, traz seu país natal de volta à Copa do Mundo após 28 anos. A Escócia nunca passou da fase de grupos. Nunca! Apesar de sua imensa tradição de jogadores talentosos como Kenny Dalglish, Graeme Souness, ou mais recentemente, o lateral Robertson, campeão da Champions League pelo Liverpool, em 2019. A Escócia faz bem ao jogo. Mas é difícil passar de fase, reza a tradição. Time possível (4-2-3-1) - Gordon, Hickey, Hanley, McKenna e Roberstson; Lewis Ferguson; Doak, Christie, McTominay e McGinn; Dykes. TUNÍSIA O mesmo time que empatou com o Brasil, no amistoso de novembro, perdeu para o Marrocos e para a Síria, neste ano. Tem força defensiva, noção tática aplicada pelo técnico Sami Trabelsi, lateral do Ajax na década de 1990 e da Tunísia na Copa de 1998. A força ofensiva está em Mastouri, que atua na Rússia. É pouco. Mas não sofrer gols pode levar a Tunísia a alguma vitória, como conseguiu em três de suas seis participações. Diga-se, a Tunísia foi o primeiro país da África a vencer uma partida de Copa. Time possível (5-3-2) - Dahmen, Valery, Meriah, Bronn, Taibi e Adli; Sassi, Skhiri e Mejbri; Elias Saad e Mastouri. Continua após a publicidade COSTA DO MARFIM Emerse Faé foi jogador da Costa do Marfim na estreia do país em Copas do Mundo, Alemanha 2006. Aquele era um tempo em que os marfinenses eram temidos, especialmente por Didier Drogba. Também por Kalou. Hoje, há jogadores como Guessand, do Aston Villa, Kessié, do Al Ahly, ex-Milan, ou Diallo, do Manchester United. Não o mesmo brilho do passado. Volta à Copa sem parecer ter pretensões maiores do que jogar. Time possível (4-2-3-1) - Fofana, Doué, Agbadou, Ndicka e Konan; Diallo, Kessié, Sangare e Diomandé; Pepe e Guessand. UZBEQUISTÃO (Estreante) A maior atração está no banco de reservas. O técnico é Fabio Cannavaro, melhor jogador da Copa do Mundo de 2006, quando foi campeão mundial pela Itália. Dentro de campo, não é o país do futebol, mas o povo é apaixonado pelo jogo e espera bom papel na fase de grupos. Venceu o Irã e o Egito neste ano e tem o lateral Khusanov, do Manchester City, como destaque na defesa. Time possível (4-2-3-1) - Nematov, Alijonov, Alikulov, Abdullaev e Khusanov; Nassrullayev, Shukurov e Urunov; Kharobekov, Shomurodov e Ganiev. QATAR Depois de se tornar o primeiro país sede a perder os três jogos da fase de grupos, o Qatar aposta em outro técnico espanhol. Antes, Felix Sánchez. Agora, Julen Lopetegui, de passagem relâmpago pelo Real Madrid e demitido antes de estrear na Copa do Mundo de 2018 pela Espanha. É um time de jogadores de outras nacionalidades e que não carregam o orgulho nacional como base. Difícil acreditar em passar pela fase de grupos. Time possível (4-4-2) - Abumada, Qui, Pedro Miguel, Khoukhi e Brake; Edmílson, Madibo, Boudiaf e Alif; Almanal e Ali. Continua após a publicidade ARÁBIA SAUDITA Hervé Renard é o único técnico a ganhar a Copa da África por duas seleções diferentes e era o treinador saudita a vencer a Argentina na estreia da Copa do Mundo de 2022. Depois de dirigir o time feminino da França, volta à Arábia para tentar avançar à segunda fase da Copa. Fracassou pelo Marrocos, em 2018, e bateu na trave com a Arábia Saudita, em 2022. Pode ser a única seleção da Copa apenas com jogadores da liga local. Time possível (4-2-3-1) - Al Aqeedi, Abdulhamid, Al Amri, Al Ahmad e Boushal; Kanno, Alkhabari e Al Dawsari; Madash, Al Braikan e Aboulshamat. ÁFRICA DO SUL Não jogava a Copa desde que foi país sede, em 2010. Chega sob a direção do belga Hugo Bross, técnico que ganha títulos desde 2004 e que passou pela seleção de Camarões. Destaques podem ser o atacante Foster, do Burnley, e Campbell, do Brugge. Provável eliminação na primeira fase. Time possível (4-2-3-1) - Robbie Williams, Mdunyelwa, Ngezana, Mbozaki e Kabini; Aubass e Mokoena; Nkota, Mbule e Appolis; Foster. POTE 4 CABO VERDE (Estreante) Continua após a publicidade Estreante na Copa do Mundo, Cabo Verde parece ser exótica pelo técnico chamado Bubista e o capitão apelidado Vozinha. Mas pode ser mais do que isso. É uma pátria do futebol de jogadores portugueses do passado, como Nani e Semedo. Além disso, não perdeu neste ano, em onze partidas disputadas, com seis vitórias e cinco empates. Não que os adversários metessem medo. Não cabe menosprezar quem eliminou Camarões. Time possível (4-2-3-1) - Vozinha, Moreira, Pico, Diney e João Paulo; Yannick Semedo e Lenini; Ryan Mendes, Arcanjo e Jovane Cabral; Dailon Rocha. JORDÂNIA (Estreante) Jamal Sellami é técnico marroquino e este parece um requisito importante, depois dos sucessos recentes do futebol do Marrocos. Há pouco além disso e de Al Naimati, atacante do Al Arabi, do Qatar. A Jordânia é estreante e total coadjuvante. Time possível (3-4-2-1) - Layla, Nasib, Rosaj e Obaid; Quraishi, Rashdam, Sami e Taha; Owan e Ersan; Al Naimat. GANA Não é nem de longe a melhor geração que Gana já possuiu, mas há bons jogadores, como Semenyo, atacante do Bournemouth, e Sulemana, meio-campista da Atalanta. Há também Thomas Partey, do Villarreal, que jogou no Arsenal e Atlético de Madrid. E o veterano Jordan Ayew, filho de Abedi Pelé. O técnico Otto Addo tem 31 jogos no comando da seleção e só perdeu três. Outra vez, há de se considerar a qualidade dos adversários. No Qatar, Gana foi lanterna do grupo de Portugal, Coreia do Sul e Uruguai. Time possível (3-4-2-1) - Asare, Adjetey, Djiku e Salisu; Seidu, Sibo, Thomas Partey e Annan; Kudus e Jordan Ayew; Semenyo. CURAÇAO (Estreante) Continua após a publicidade O técnico é o holandês Dick Advocaat, que treinou Ronaldo, Fenômeno, no PSV. Veterano da Copa do Mundo de 1994, quando dirigiu a Holanda e foi eliminado nas quartas-de-final contra o Brasil. Na época, havia uma senha para quem telefonasse para seu quarto, na concentração holandesa. Desta vez, a senha é falar o idioma dos Países Baixos. Todos os jogadores são de origem holandesa. Time possível (4-3-3) - Room, Sambo, Gaari, Obispo e Brenet; Juninho Bacuna, Leandro Bacuna e Comenencia; Margaritha, Locadia e Hansen. Técnico: Dick Advocaat HAITI (Estreante) A novidade é sua chegada pela primeira vez à Copa do Mundo. Como Curaçao, pelo fato de haver três países sedes da Concacaf. O técnico é francês, Sebastian Migné, e o destaque pode ser o atacante Pierrot, do AEK Atenas. Não é Carnaval. É Copa do Mundo mesmo. Também é importante notar o zagueiro Adé, semifinalista da Libertadores pela LDU. Time possível (4-2-3-1) - Placide, Arcus, Adé, Delcroix e Lacroix; Pierre e Jean-Jacques; Casimir, Bellegarde e Providence; Pierrot. NOVA ZELÂNDIA A terceira Copa dos neo-zelandeses, que jogaram no grupo do Brasil e sofreram dois gols de Zico, em 1982, e ajudaram a eliminar a Itália, com três empates numa chave que tinha também Eslováquia e Paraguai, os classificados. Desta vez, o veterano daquela campanha, Chris Wood, do Nottingham Forest, segue 16 anos depois. O técnico é inglês: Darren Bazeley. Time possível (4-2-3-1) - Paulsen, Payne, Surman, Boxxall e Vries; Stamenic e Thomas; McCowatt, Singh e Garbetti; Waine. GALES, BÓSNIA, ITÁLIA OU IRLANDA DO NORTE Continua após a publicidade Claro que quem mete medo aqui é a Itália, apesar de não ter participado das duas últimas Copas do Mundo e de ter sido eliminada na primeira fase das duas anteriores (2010 e 2014). Tem de passar pela Irlanda do Norte, que a eliminou em 1958, nas eliminatórias. Depois, jogará fora de casa contra Gales ou Bósnia. UCRÂNIA, SUÉCIA, POLÔNIA OU ALBÂNIA (estreante) Destes quatro, pode vir Lewandowski para o grupo do Brasil. Mete medo, mas os poloneses não se criaram nas duas últimas Copas. A Suécia é mais tradicional. Estava muito mal, mas estreou o técnico inglês Graham Potter, ex-Chelsea. Sylvinho é o treinador da Albânia e única chance de haver um técnico brasileiro na Copa. ESLOVÁQUIA, KOSOVO (estreante), TURQUIA OU ROMÊNIA Francesco Calzona, ex-treinador do Napoli, pode levar a Eslováquia à Copa do Mundo. Neste ano, os eslovacos ganharam da Alemanha. A Turquia empatou com a Espanha, depois de levar 6 a 0 no primeiro turno das eliminatórias. Os eslovacos parecem ter o melhor time entre os quatro. REPÚBLICA TCHECA, IRLANDA, MACEDÔNIA DO NORTE (estreante) OU DINAMARCA Continua após a publicidade Os dinamarqueses podem se classificar, mas correm risco no primeiro duelo eliminatória contra os macedônios, que tiraram a Itália da Copa do Qatar. A Irlanda reagiu forte e ganhou os dois últimos confrontos para se classificar para a repescagem. Preste atenção aos irlandeses, do atacante Parrott, do AZ, da Holanda. NOVA CALEDÔNIA (estreante), JAMAICA OU REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DO CONGO Os congoleses esperam os vencedores de Jamaica x Nova Caledônia. São mais fortes e treinados pelo italiano Fabrizio Cesana. Não será estreante se classificar-se, porque o Zaire, o mesmo país com outro nome, jogou em 1974. BOLÍVIA, SURINAME (estreante) OU IRAQUE Bolivianos e surinameses duelam para saber quem enfrenta o Iraque. Os iraquianos não jogam desde 1986, quando foram dirigidos pelo brasileiro Evaristo de Macedo. A Bolívia tem chance de voltar à Copa, que não disputa desde 1994, também nos Estados Unidos. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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