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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte CBF anuncia Fair Play Financeiro como ponto de partida de reforma profunda Paulo Vinicius Coelho (PVC) Colunista do UOL 26/11/2025 15h01 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Reunião do grupo de trabalho do fair play financeiro Imagem: Rafael Ribeiro/CBF A CBF anunciou nesta quarta-feira, no hotel Renaissance, em São Paulo, o novo sistema de Fair Play Financeiro. Chamado oficialmente de Regulamento de Sustentabilidade Financeira do Futebol Brasileiro, é inegavelmente um ganho. Há, a partir de agora, um sistema de controle, feito a partir do estudo do funcionamento dos controles das principais ligas da Europa, mas com particularidades específicas para o Brasil. Os idealizadores do grupo conduzido pelo presidente da Federação do Pará, Ricardo Gluck Paul, com participação de agentes importantes, como Caio Cordeiro de Resende, da CBF Academy e estudiosos que se debruçaram sobre o assunto nos últimos quinze anos, como César Grafietti, economista brasileiro com residência em Lisboa. A ideia de juntar todos os clubes deu quase certo. Todos os vinte da Série A e 14 da Série B não participaram do debate para a confecção do trabalho. Amazonas, Atlético Goianiense, Criciúma, Cuiabá e Operário de Ponta Grossa, Volta Redonda não debateram. "Eu fiz meu trabalho do lado de fora", disse o presidente do Cuiabá, Cristiano Dresch. Curioso ter sido um dos que mais gritaram pelo sistema, em função dos não pagamentos de Atlético, Santos, São Paulo e Corinthians, que seguem na Série A, enquanto o time de Mato Grosso voltou à Série B sem receber pagamentos dos quatro gigantes citados. Daniela Lima Sem plano B para Messias, Lula descarta Pacheco Wálter Maierovitch STM vive sinuca de bico com militares presos Maria Ribeiro Violência contra mulher: não consegui jantar em paz Josias de Souza Bolsonarismo segue Lei de Murici: cada um cuida de si Não se tem a noção de perfeição do sistema: Há particularidades do sistema brasileiro, como não impedir aportes de proprietários ou sócios de clubes para cobrir déficits de um ano. A ideia é não impedir que dinheiro novo entre no futebol do Brasil, mas observar e, eventualmente, mudar regras para impedir a entrada de aventureiros. Em primeira análise, o sistema já protege a entrada de empresários que queiram trabalhar alavancados com o risco de levar seus clubes à bancarrota em médio prazo. O sistema não é perfeito. Nem na Europa é. É um sistema. E este é um ponto importante para construão de um Brasileirão que possa ser mais forte e mais competitivo. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Paulo Vinicius Coelho (PVC) por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Quem são os vilões da gordura no fígado e o que fazer para eliminá-la Presidente da CBF rebate Abel: 'Quando erros favorecem, ninguém fala' Réu por morte de gari em BH muda versão e diz que andava armado por ameaças Leila discorda de fala de Abel sobre arbitragem: 'Incapacidade nossa' Flamengo com Carrascal e Cebolinha: Mauro Cezar projeta time da final