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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Vini Júnior é quinto eleito "melhor do mundo" nem finalista no ano seguinte Paulo Vinicius Coelho (PVC) Colunista do UOL 06/11/2025 16h52 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Vinicius Junior cumprimenta Xabi Alonso Imagem: Jose Breton/Pics Action/NurPhoto via Getty Images Vinicius Júnior foi o melhor jogador do mundo, eleito pela Fifa, com o prêmio The Best em 2024. E não está nem entre os finalistas deste ano. A ausência é rara para quem esteve no topo do pódio do ano anterior, mas aconteceu com outros quatro craques. Casagrande Neymar não jogar hoje será descaso com o Santos Wálter Maierovitch Querer juntar narco com terror pode ser perigoso Sérgio Rodrigues Extrema direita tem ação similar à da pornografia Sakamoto Lula erra, pois a hora da verdade do clima já passou Lotthar Matthäus, alemão, eleito na primeira escolha da Fifa, em 1991, não esteve nem entre os dez melhores do ano seguinte. Marco Van Basten, holandês, escolhido em 1992, não figurou na eleição seguinte. A lesão que o tirou de combare a partir de 26 de maio de 1993 explica, em parte, sua ausência. Luis Figo, eleito em 2001 pela Fifa, não figurou na lista dos quiinze melhores do ano seguinte, quando Ronaldo Fenômeno foi aclamado. Em parte, o fracasso da seleção de Portugal na Copa do Mundo da Ásia faz entender sua ausência. Luka Modric, escolhido de 2018, não esteve entre os melhores de 2019. Pode-se atribuir à política e às brigas justas que Vinicius Júnior compra sua ausência da lista dos onze melhores do mundo. Há outras hipóteses. O Brasil não ganhou a Copa América, o Real Madrid não ganhou o Campeonato Espanhol nem a Champions League, Mbappé ganhou protagonismo no seu clube e Vinicius viveu altos e baixos. Continua após a publicidade Em 2023/24, Vini foi artilheiro do Real Madrid na temporada com 24 gols, entre eles um dos dois da vitória sobre o Borussia Dortmund na final da Champios League. Na época 2024/25, Vini anotou 22 gols. Nada mau, mas metade dos 44 anotados por Kylian Mbappé, protagonista de sua equipe, que não conquistou nehum troféu. Os prêmios individuais, após a hegemonia de Messi e Cristiano Ronaldo, de 2008 a 2018, têm dado demonstração de que o jogo coletivo vale mais do que ser um pop star. Exemplos disso são o próprio Vinicius Júnior, premiado antes de Neymar, e Dembélé, melhor do mundo antes de Mbappé. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Paulo Vinicius Coelho (PVC) por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Maierovitch: Querer juntar narco com terror pode ser perigoso para o Brasil Vini Jr. fora e Raphinha finalista: veja os indicados ao The Best A 'operação xixi' do príncipe que, apesar de britânico, atrasou Estes são os melhores restaurantes de carnes em São Paulo; veja os eleitos O que é o TFFF, fundo lançado por Lula que pagará para preservar florestas