Colunistas do UOL debatem a eleição de Harry Kane como Bola de Ouro de 2026 e divergem sobre quem é o melhor jogador do mundo. Arnaldo Ribeiro defende que Kylian Mbappé segue à frente tecnicamente, enquanto Rodrigo Mattos elogia a discrição de Kane em contraste com a autopromoção dos concorrentes. O debate também abordou o vazamento da premiação e a ausência de um nome dominante como nas eras de Messi e Cristiano Ronaldo.
Khvicha Kvaratskhelia, estrela do PSG, vive uma temporada espetacular com destaque na Champions League, sendo um forte candidato a melhor do mundo. No entanto, a proximidade da Copa do Mundo pode diminuir suas chances de ganhar os prêmios individuais.
As quartas de final da Champions League começam, acirrando a disputa pelo prêmio de melhor jogador do mundo. Jogadores como Harry Kane, Kylian Mbappé e Lamine Yamal buscam destaque na competição europeia e na futura Copa do Mundo para consolidar suas credenciais e concorrer à Bola de Ouro e ao prêmio The Best da FIFA.
Vinícius Júnior encerrou um jejum de gols que durava desde 2024, demonstrando uma recuperação de sua forma "melhor do mundo". O atacante brasileiro marcou em seus últimos três jogos pelo Real Madrid, coincidindo com uma fase de ascensão da equipe espanhola. Apesar da melhora individual, ele ainda está atrás de Kylian Mbappé em números.
Uma inteligência artificial da plataforma "WhoScored?" aponta Harry Kane e Lamine Yamal como os principais favoritos para serem eleitos o melhor jogador do mundo na temporada 2025/26. Kylian Mbappé completa o pódio, enquanto nenhum brasileiro figura entre os dez primeiros.
A matéria analisa a ausência de votos para Lionel Messi e Cristiano Ronaldo na eleição de Melhor do Mundo da FIFA, um marco após duas décadas de domínio. O texto detalha os votos de jogadores e técnicos importantes, destacando a mudança no cenário e a ascensão de outros nomes.
Vinícius Júnior, eleito o melhor jogador do mundo pela Fifa em 2024, ficou fora da lista de finalistas em 2025, um fenômeno raro, mas que já ocorreu com outros craques como Matthäus, Van Basten, Figo e Modric. A análise explora as possíveis razões para essa ausência, considerando o desempenho individual e coletivo, além de fatores políticos e a ascensão de outros jogadores.