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Rodrigo França analisa GP de Abu Dhabi e primeiro título de Norris Vice-campeão da Fórmula 1 em 2025, o tetracampeão Max Verstappen se manteve como o piloto mais bem pago da categoria na temporada. A “Forbes” divulgou na terça-feira (9) a lista dos dez nomes que mais receberam dinheiro na elite do automobilismo mundial, e o holandês da RBR ficou na ponta pela quarta vez seguida. Acesse o canal de automobilismo do ge no WhatsApp Norris enaltece mentor brasileiro: “Uma das peças-chave na McLaren” Hamilton revela conselho a Norris antes de decisão da F1 Juntos, os dez pilotos mais bem pagos do grid receberam o valor de 363 milhões de dólares , o equivalente a R$ 1,98 bilhão na atual cotação. A soma renova o recorde desde o início da divulgação dos dados pela revista, em 2021, e representa um aumento de 15% em relação ao ano passado. 1 de 3
Max Verstappen com o troféu do GP de Abu Dhabi de F1 2025 — Foto: James Sutton - Formula 1/Formula 1 via Getty Images Max Verstappen com o troféu do GP de Abu Dhabi de F1 2025 — Foto: James Sutton - Formula 1/Formula 1 via Getty Images Max Verstappen ganhou praticamente o mesmo valor do ano passado. O salário do holandês subiu de 60 para 65 milhões de dólares (R$ 354,5 milhões) anuais, mas o valor obtido com bônus caiu de 15 para 11 milhões de dólares (R$ 60 milhões). Somados, os valores obtidos pelo holandês chegam a US$ 76 milhões (R$ 414,5 milhões), contra US$ 75 milhões do ano anterior. A segunda colocação ficou com Lewis Hamilton, que é quem recebe o maior salário fixo da categoria: 70 milhões de dólares (R$ 382 milhões). O britânico de 40 anos teve um aumento de US$ 15 milhões ao sair da Mercedes para a Ferrari. Apesar disso, o heptacampeão teve uma temporada para esquecer e quase não recebeu bônus. No total, o ferrarista ganhou 70,5 milhões de dólares (R$ 385 milhões) em 2025, quase R$ 30 milhões a menos que Verstappen. 2 de 3
Lewis Hamilton foi o segundo piloto mais bem pago da Fórmula 1 em 2025 — Foto: Sam Bagnall/Sutton Images Lewis Hamilton foi o segundo piloto mais bem pago da Fórmula 1 em 2025 — Foto: Sam Bagnall/Sutton Images Como era de se imaginar, os pilotos que mais receberam bônus contratuais pelos resultados foram Lando Norris e Oscar Piastri, campeões de construtores pela McLaren. O britânico também garantiu o título de pilotos e se manteve no terceiro lugar do ranking , com 57,5 milhões de dólares (R$ 313 milhões) totais – destes, 39,5 milhões de dólares (R$ 215 milhões) foram ganhos em bônus. Piastri, por sua vez, saiu da sétima para a quarta colocação na lista, com 37,5 milhões de dólares (R$ 204,5 milhões). Deste valor, R$ 150 milhões recebidos pelo australiano foram em bônus. 3 de 3
Norris e Piastri levaram a McLaren ao título de construtores da F1 2025 — Foto: Luca Barsali/NurPhoto via Getty Images Norris e Piastri levaram a McLaren ao título de construtores da F1 2025 — Foto: Luca Barsali/NurPhoto via Getty Images A lista também tem dois nomes novos no top-10: Lance Stroll, da Aston Martin, e o calouro italiano Kimi Antonelli, da Mercedes. O brasileiro Gabriel Bortoleto não está na relação. Veja os valores na tabela abaixo: Pilotos mais bem pagos da F1 2025 Posição Piloto Equipe Salário anual (em R$) Bônus (em R$) Total (em R$) 1º Max Verstappen RBR 354,5 milhões 60 milhões 414,5 milhões 2º Lewis Hamilton Ferrari 382 milhões 3 milhões 385 milhões 3º Lando Norris McLaren 98 milhões 215 milhões 313 milhões 4º Oscar Piastri McLaren 54,5 milhões 150 milhões 204,5 milhões 5º Charles Leclerc Ferrari 164 milhões - 164 milhões 6º Fernando Alonso Aston Martin 131 milhões 14 milhões 145 milhões 7º George Russell Mercedes 82 milhões 60 milhões 142 milhões 8º Lance Stroll Aston Martin 65 milhões 8 milhões 73 milhões 9º Carlos Sainz Williams 54,5 milhões 16 milhões 70,5 milhões 10º Kimi Antonelli Mercedes 27 milhões 41 milhões 68 milhões deslize para ver o conteúdo Dois pilotos que estavam no ranking do ano passado deixaram a lista: Sergio Pérez, demitido da RBR (o mexicano retorna ao grid no ano que vem com a Cadillac) , e Pierre Gasly, que sofreu com o carro da Alpine, última colocada no campeonato de construtores. Ao contrário das listas de esportes como futebol e basquete, não foram considerados contratos de patrocínio dos pilotos, visto que as equipes deixam pouco espaço para que os automobilistas busquem vínculos individuais. Por isso, apenas o salário e os bônus obtidos pelos competidores foram contabilizados.