Conteúdo Original
Futebol Jornal inglês admite erro e pede desculpas por fake news contra Infantino 20/10/2026 18h40 Deixe seu comentário Presidente da Fifa, Gianni Infantino, na Polônia 27 de setembro de 2026 REUTERS/Kacper Pempel Imagem: Kacper Pempel/Reuters O jornal britânico "The Times" pediu desculpas ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, após ter publicado que o dirigente recebia um "segundo salário" da entidade. O veículo havia noticiado a informação no dia 13 de outubro. A Fifa, desde então, negou irregularidades. Na correção do "The Times", o jornal é direto ao dizer que "não houve um 'segundo salário'". "Os regulamentos não exigem que a Fifa inclua despesas e reembolsos recebidos pelo Sr. Infantino em seu relatório anual, pois não são considerados 'remuneração' segundo as normas suíças de declaração de rendimentos", diz o comunicado de correção. Outra informação corrigida é relativa a uma compra de um imóvel em Miami feita por Infantino, supostamente abaixo do valor de mercado. "Nem ele nem sua família são os proprietários legais ou beneficiários da Shadi LLC e não têm controle sobre essa empresa, como sugerimos", completou o "The Times". Balaio do Kotscho Campanhas de Lula e Flávio estão em desespero Chico Barney O problema com o vídeo novo do Felca Gustavo Miller 'Gostosas sintéticas' e o golpe erótico da IA Julio Gomes PSG mostra ao Barcelona quem é o rei da Europa Em nota, a Fifa reconheceu o pedido de desculpas, mas manteve críticas. "A Fifa acolhe o escrutínio legítimo. Mas o escrutínio não é uma licença para amplificar alegações falsas. Onde a reportagem é imprecisa, enganosa ou totalmente falsa, como neste caso, a Fifa continuará a desafiá-la diretamente e com vigor", escreveu. Assista aos jogos exclusivos da Copa da Rússia no UOL Play A reportagem havia sido publicada em meio a outras polêmicas envolvendo a gestão de Infantino. Em maio, o suíço anunciou que disputará um quarto mandato à frente da Fifa, na eleição prevista para março de 2027. A entidade desistiu de um plano para vender a investidores privados uma participação de 20% em uma nova empresa responsável pela exploração comercial de competições, incluindo a Copa do Mundo . A proposta enfrentou resistência de federações e foi seguida pela demissão de Kevin Lamour, então diretor de operações da Fifa. O dirigente havia criticado publicamente o plano de Infantino, acusando o presidente de conduzir o projeto sem transparência. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora SP: Homem é empurrado por colega após briga, atravessa parede e cai de 6 m Pesquisa presidente: veja quem está na frente na disputa de 2º turno PF diz que Willer Tomaz pagou para tirar do ar links que o ligavam a Flávio Mega-Sena acumula, e prêmio chega a R$ 200 milhões; veja dezenas sorteadas Influenciadora Malévola é detida no Egito após vídeos com insinuação sexual