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Análise dos Times

Sao Paulo

Principal

Motivo: O artigo foca na análise da crise do São Paulo, tentando equilibrar críticas e defender a necessidade de paz para o trabalho dos dirigentes e técnicos.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Motivo: Mencionado apenas como adversário em um clássico que resultou na demissão de Crespo, sem análise de desempenho ou viés.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado como exemplo do bom currículo de Rui Costa, sem análise de desempenho ou viés.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado como adversário que eliminou o São Paulo na Copa do Brasil, sem análise de desempenho ou viés.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Ldu

Motivo: Mencionado como adversário que eliminou o São Paulo na Libertadores, sem análise de desempenho ou viés.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

palmeiras sao paulo ldu roger machado hernan crespo chapecoense athletico paranaense julio casares carlos belmonte rui costa harry massis

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Roger Machado e Rui Costa não são os culpados por uma crise de quinze anos Paulo Vinicius Coelho (PVC) Colunista do UOL 22/04/2026 08h41 Deixe seu comentário Rui Costa (à esq.) e Roger Machado (à dir.) em entrevista coletiva no CT da Barra Funda Imagem: Rubens Chiri / São Paulo FC Hernán Crespo foi alçado à condição de estrategista, uma espécie de Telê Santana sem taça, por sua demissão oito dias depois da eliminação do Campeonato Paulista. A derrota no clássico contra o Palmeiras teve erro do técnico, a escalação de Luan no lugar de Danielzinho, que ficou no banco de reservas. O tempo da sua saída não foi bom, oito dias após a derrota. Mas vale a observação do trabalho do treinador argentino: 46 jogos, 21 vitórias, sete empates e 18 derrotas. Significa que ganhou 21 vezes e não venceu 25. Pegou o time em 14o lugar, entregou em oitavo. Era um ponto acima do rebaixamento, mas o Brasileiro estava na 12a rodada, apenas. São 50% de aproveitamento, eliminação na Copa do Brasil pelo Athletico Paranaense, da Série B, da Libertadores pela LDU, nas quartas-de-final. Não seria justo dizer que a crise são-paulina foi causada por Crespo. Nem por Roger Machado. E nem por Rui Costa, diretor-executivo de bom currículo como a remontagem da Chapecoense após a tragédia de Medellín e classificar o novo elenco para a Libertadores. Em cinco anos de São Paulo, Costa nunca foi diretor de fato, sempre abaixo de Julio Casares e Carlos Belmonte. Agora é, porque o novo presidente Harry Massis precisa de alguém que conheça o mercado e liderança de vestiário. José Fucs 'Bullying' da toga, governo: o arbítrio se institucionaliza Aline Sordili Brasileiro troca promessa de lucro pelos boletos Mônica Bergamo Evangélicos se mobilizam por Messias no STF Narrativas em Disputa Trump, o papa e a dissonância cristã Roger Machado tem onze jogos, seis vitórias, um empate, quatro derrotas, 57% de aproveitamento. Está em quarto lugar no Brasileirão — pegou em segundo — ganhou seis partidas, mais do que as cinco que não venceu. É melhor do que com Crespo. A torcida do São Paulo tem motivos para incômodo: quinze anos! Não são onze jogos. São quinze anos. Mas a direção atual é a tentativa de corrigir erros de uma gestão que terminou com renúncia, para não dar em confirmação de impeachment. O primeiro passo para mudar a tristeza destes quinze anos é paz para trabalhar. Há um ano de mandato de Harry Massis, para que se compreenda o futuro que o Conselho Deliberativo pretende para o clube. Quem será o novo presidente. Até lá, destruir o trabalho aumenta o risco de fracasso. Não diminui. Crespo não é Telê Santana, não há razão para torná-lo o mártir da decadência são-paulina. Também é importante acabar com a tendência do noticiário de repetir a expressão "o torcedor", como se fosse uma entidade. Não existe "o torcedor", no singular. Ainda que a multidão tenha voz e às vezes pareça uníssona, não parece correto validar a insanidade como se este ser sem rosto fosse um animal irracional e que, por isso, pudesse morder, gritar, agredir verbalmente. Assim como o noticiário econômico criou outro ser, "o mercado", vamos validar a insanidade? Esta entidade da economia, "o mercado", faz o dólar subir, o petróleo cair, de acordo com interesses sabe-se lá de quem. Sempre com a justificativa de que foi assim que "o mercado" reagiu. O São Paulo precisa olhar para o futuro, voltar a ser o gigante que é, mas isto não acontecerá com a destruição do trabalho no quarto mês do ano. Desde janeiro, o São Paulo derrubou o presidente, mudou seu mandatário, trocou de técnico e não confirmou a projeção de Crespo, de que iria brigar contra o descenso. Continua após a publicidade O São Paulo pode mais, ainda neste ano. Precisa trabalhar para isso. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Paulo Vinicius Coelho (PVC) por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora São Paulo: Arboleda define data de retorno ao Brasil para discutir rescisão Sírio-Libanês é condenado por cobrar 3 mil luvas de paciente em cirurgia Após prender advogada, delegado de GO é proibido de atuar em causa própria Não foram só os R$ 5,7 milhões: quanto Ana Paula ganhou pelo título no BBB? Agro ignora Lula e convida Flávio para evento em MT em ano eleitoral