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Ontem a Seleção Brasileira encarou a Tunísia em Lille, no Decathlon Arena, às 16h30 (horário de Brasília), num amistoso de preparação para a Copa do Mundo de 2026. A transmissão ficou a cargo da Globo, SporTV e GeTV, com narradores e comentaristas reunidos num mosaico de vozes que traduz o clima de expectativa que percorre a torcida [ ], [ ]. Ao lado do banco, Carlo Ancelotti manteve a linha de atuação da equipe ao vivo, com Ederson no gol, Wesley pela direita, Marquinhos e Éder Militão na defesa, Alex Sandro; Casemiro e Bruno Guimarães no meio; Rodrygo, Vinícius Jr., Matheus Cunha e Estêvão no ataque. Desfalques: Hugo Sousa e Gabriel Magalhães, cortados por lesão. (fonte 1) [ ]. Do outro lado, a Tunísia chega com seu treinador Sami Trabelsi, buscando manter o padrão de luta que vem apresentando nas eliminatórias. O histórico recente aponta para nove vitórias e 28 dos 30 pontos possíveis no Grupo H, em uma equipe que já mostrou organização defensiva e boa produção frentista na temporada anterior. (fonte 3) [ ]. Mas o que ficou marcado foi o espírito hostil que envolve esse duelo: a memória do duelo de Paris em 2022, quando a Tunísia foi capaz de desafiar o ambiente com sinalizadores, vaias ao hino brasileiro e, em campo, uma vitória natural por 5 a 1, com gols de Raphinha, Neymar, Richarlison e Pedro. A fala de Tite na coletiva refletiu o humor do momento: reconhecer o desafio imposto pela torcida adversária sem perder o foco na competição. (fonte 3) [ ]. O clima de Lille fecha o dia com o peso histórico das histórias ao redor do jogo: a Tunísia, que vira a chave para o Mundial de 2026, e o Brasil, que volta a medir forças contra adversários africanos sob o comando de Ancelotti. O próximo passo envolve possibilidades de confronto nos Estados Unidos com França e Croácia, conforme a agenda prevista para 2026, mantendo acesa a chama de acompanhar cada evolução da Seleção. (fonte 1) [ ], [ ].