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Análise dos Times

Motivo: O Palmeiras é mencionado como exemplo do comportamento de Abel Ferreira, mas o foco não é o time em si, e sim a atitude do técnico.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Palmeiras Abel Ferreira Neymar Fernando Diniz Roger Machado Dorival Zubeldía Renata Mendonça

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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte O descontrole dos homens no futebol Milly Lacombe Colunista do UOL 23/03/2026 08h22 Deixe seu comentário Abel Ferreira, técnico do Palmeiras, reclama durante final da Libertadores Imagem: ERNESTO BENAVIDES/AFP Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Acho que estamos quase todas e todos cansadas e cansados de ver Abel Ferreira ter chiliques à beira do campo a cada falta mal marcada. Deixou de ser curioso ou engraçado e passou a ser cansativo, exagerado e, sem um diagnóstico, também inexplicável. Assim como Abel, outros treinadores se comportam de forma tresloucada. Fernando Diniz, Zubeldía e grande elenco. Até Dorival, que parecia uma espécie de liderança espiritual que só levantava do banco para dar instruções pontuais, anda perdendo as estribeiras. Em campo, jogadores estão sempre à beira de um ataque de nervos. A cada dia mais revoltados com qualquer marcação que julguem errada, imitam seus comandantes e protagonizam cenas ridículas. Não apenas na reclamação, mas nas simulações. O troféu talvez fique com Neymar, mas o teatro macabro da simulação segue farto. Isso tudo, evidentemente, no contexto do futebol masculino. Josias de Souza Política do RJ é costurada em cela de Bangu 8 PVC Boto se engana sobre árbitros de vídeo Milly Lacombe O descontrole dos homens no futebol Marcos de Vasconcellos O Banco Central cortou os juros; o mercado, não Claro que é curioso que nossos colegas sejam capazes de ter chiliques tresloucados por causa de um escanteio mal marcado mas virem reservatórios de silêncio ancestral para crimes de gênero. Se Abel tivesse tido um ataque histérico quando Bap cometeu bullying misógino com Renata Mendonça eu tiraria meu chapéu. Mas nessas ocasiões todos eles perdem as cordas vocais e a capacidade de se revoltar. Olham para o lado de lá e assobiam. A crítica popular a essa performance desvairada dos homens é contida. O que pega é o treinador que, na coletiva, fala de tática. Aí a opinião pública não tolera. Foi o que fez Roger Machado depois da derrota para o Palmeiras. Em tom sereno e educado, Machado tentou colocar conceitos táticos na mesa. Está apanhando até agora. Que história é essa de falar de tática depois do jogo? Coletivas existem para treinadores e repórteres se indisporem, para treinadores exercerem seus direitos ao machismo e à misoginia e para escalar a tensão. Não me venha com tática, Roger. Esse é o mundo invertido do futebol, um no qual a histeria e a vulgaridade são celebradas, e a elegância e a inteligência, avacalhadas. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Milly Lacombe por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Irã diz que vai bombardear 'todo o Golfo Pérsico' se for invadido pelos EUA Homem é preso suspeito de estuprar servidora na delegacia-geral do Piauí Receita começa a receber hoje declarações do Imposto de Renda 2026 Política do RJ é costurada nos tribunais e em cela de Bangu 8 Novo líder supremo do Irã está ferido e isolado, dizem autoridades dos EUA