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Conforme já antecipado pelo Lance! nos últimos dias, o acordo do Vasco firmado com a Almirante Empreendimentos S.A. , empresa de Marcos Lamacchia , prevê que o novo investidor deverá cobrir eventuais déficits (baixas) no fluxo de caixa da SAF. A medida reduz significativamente o impacto de uma eventual perda de receita com o fim dos patrocínios de bets no futebol brasileiro.
Em entrevista ao canal Igor Rodrigues, Pedrinho confirmou que o Vasco não será prejudicado por uma eventual proibição das casas de apostas no Brasil. Em agosto, o clube fechou contrato de patrocínio máster com a Sportingbet, que poderá chegar até R$ 165 milhões até dezembro de 2027.
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— A saída da bet vai me afetar zero financeiramente. Porque, no meu negócio, o investidor assume o fluxo de caixa. O que eu receberia da bet vai cair para o fluxo de caixa, ou seja, quem vai pagar é o investidor. Não é justo com o investidor, mas a instituição não sofre nada. E o dinheiro para esse investidor também não significa muito, já que ele tem um potencial financeiro muito grande.
— De verdade, eu poderia lavar minhas mãos e simplesmente dizer que não estou preocupado, porque o Vasco vai sofrer zero com isso, e vai mesmo. Mas eu sei que os clubes vão se prejudicar.
— Existe toda uma preocupação sobre a saúde das pessoas. Não estou nem entrando no mérito social da coisa (a proibição das bets no Brasil). Isso tem que ser discutido. A gente pode aprimorar, melhorar, criar outros critérios. Mas, pensando no Campeonato Brasileiro, eu tenho que me colocar no lugar dos clubes que vão ter prejuízo. Poderiam ter dado um prazo, mesmo que fosse sem diálogo, para que os clubes pudessem se reorganizar. Quando tem uma ruptura inesperada, já que tem um contrato legal, causa um dano financeiro dentro do clube.
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O governo federal editou, na última sexta-feira (25), uma Medida Provisória (MP) que proíbe a exploração, a oferta e a publicidade de apostas de quota fixa e cassinos online no país . A medida coloca em risco contratos firmados pelos clubes com empresas do setor e gera incerteza sobre uma importante fonte de receita do futebol brasileiro.