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Análise dos Times

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Ontem o Brasil dos nomes ganhou o tom de cronista: o IBGE divulgou, com base no Censo 2022, quais nomes inspirados no futebol são mais comuns no país, revelando que o jogo começa antes da primeira bola rolar e continua no registro civil [ ]. Neymar domina entre os nomes ligados ao jogo: 2.443 registros no Brasil, com a idade mediana de apenas 11 anos, e o craque aparece em todos os estados, incluindo 372 em Minas Gerais e 340 em São Paulo, mostrando o impacto geracional da camisa 10 nas grafias do dia a dia [ ]. Já o fenômeno Riquelme e suas variações – Ryquelme, Rickelme, entre outras – soma 25.942 registros no Brasil, com 3.798 em São Paulo; as variações chegam a 338 apenas no estado, um pequeno desfile de grafias que contam a história de um país apaixonado por Copas e craques [ ]. Entre os ídolos que batizam a população, Romário figura com 50.538 registros (idade mediana 29), Bebeto aparece em 247 (29 anos), Kaká 121 (16), Ronaldinho 187 (24), Zico 582 (41), Maradona 128 (34), Messi 363 (10) e Zidane 711 (20). Pelé surge de forma singular: 75 brasileiros com o nome Pelé e 154 com Pelé no sobrenome; há até menção ao Pelé como verbete do dicionário Michaelis. A narrativa cita ainda o tetra de 1994 com Romário e Bebeto e, em imagem, Messi e Riquelme em jogo festivo na Bombonera — Bombonera, Boca Juniors — confirmado pela referência da reportagem [ ]. O dia fecha com uma reflexão: nomes moldam identidades, e o futebol, em cada registro, continua escrevendo a história do Brasil — jogando fora das quatro linhas, mas dentro do coração da nação [ ].